TRANSFORMATION AWARDS
Governo de Mato Grosso é finalista de prêmio nacional de inovação digital
Atuação do Estado em projetos de digitalização de processos e serviços foi determinante para a indicação a premiação
Política
O Governo de Mato Grosso é finalista, na categoria Governo Estadual Transformador, do Prêmio Digital Transformation Awards. A premiação, organizada pelo Instituto da Transformação Digital (ITD), reconhece profissionais e organizações que são destaques em inovação digital.
Além de Mato Grosso, os governos do Paraná e de Pernambuco também concorrem nesta categoria. A escolha do vencedor será por voto popular, e o resultado será anunciado no dia 10 de dezembro, em São Paulo. A votação é online e segue aberta até o dia 23 de novembro. Vote aqui.
Para o secretário de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), Basílio Bezerra, a indicação ao prêmio é um reconhecimento do trabalho contínuo da digitalização dos serviços oferecidos à população.
“O Governo de Mato Grosso tem avançado na transformação digital, com objetivo de dar respostas rápidas às demandas crescentes da sociedade. Estar entre os finalistas demonstra que estamos no caminho certo ao investir em tecnologia para melhorar a qualidade e a eficiência dos serviços prestados à população”, afirma o secretário.
A atuação do Governo de Mato Grosso em projetos de transformação digital foi determinante para a indicação ao prêmio. Um dos principais destaques é a Plataforma Única, que centraliza serviços públicos por meio do aplicativo MT Cidadão, ou do portal mt.gov.br. A digitalização dos serviços, como a transferência digital de veículos, trouxe mais eficiência ao atendimento eliminando burocracias.
Outro projeto em destaque é o Sistema Central de Inovação em Práticas Públicas (Sinova MT), criado e regulamentado pelo Governo de Mato Grosso, para coordenar e expandir as iniciativas de intraempreendedorismo na administração pública. Desde 2021, essa área tem sido responsável por fomentar ações inovadoras e eficientes entre os servidores, promovendo soluções ágeis para a gestão pública.
Segundo secretário adjunto de Planejamento e Governo Digital da Seplag, Sandro Brandão, o reconhecimento nacional reflete o sucesso das iniciativas. “A Agenda Estratégica Digital 2024-2027 tem sido um pilar fundamental nesse processo, direcionando a transformação digital e promovendo ações que aumentam a eficiência da gestão pública por meio de inovação e tecnologias”, completa Brandão.
A Seplag coordena o processo de transição digital, dando suporte aos órgãos e entidades estaduais, com a meta de digitalizar todos serviços oferecidos pelo Governo de Mato Grosso.
A premiação
O Digital Transformation Awards é uma premiação anual organizada pelo Instituto da Transformação Digital (ITD) com o objetivo de reconhecer não apenas os projetos de maior impacto tecnológico, mas também aqueles que promovem desenvolvimento econômico e social por meio de soluções digitais.
O ITD é uma organização privada sem fins lucrativos dedicada à promoção da transformação digital e inovação. É pioneiro na implementação de uma metodologia baseada no modelo de Organização Autônoma Descentralizada (DAO). Em 2023, o ITD se tornou o Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT) que realiza pesquisa aplicada, capacita profissionais e estabelece parcerias com setores público e privado, estimulando o desenvolvimento econômico e social no Brasil.
Política
Presidente da República pode enviar nova indicação à vaga do STF
Mesmo com a rejeição do Senado, na quarta-feira (29), ao nome do atual advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, mantém a prerrogativa de enviar uma nova indicação para análise dos senadores.
Não há prazo legal para que isso ocorra. Da mesma forma, não há nenhuma vedação prévia de que o mesmo nome seja encaminhado à apreciação dos senadores. Ou seja, cabe ao presidente escolher ou apresentar candidato novo à vaga do STF, além de decidir o melhor momento para fazê-lo, o que pode ocorrer antes ou após as eleições gerais de outubro.
Qualquer que seja a escolha, o indicado deve preencher os requisitos objetivos de ser brasileiro (a) nato (a) e ter mais de 35 anos de idade e menos de 70 anos no momento da nomeação, e os subjetivos, de ter uma reputação ilibada e notório saber jurídico.
Jorge Messias teve seu nome aprovado na CCJ, por 16 votos favoráveis e 11 contrários, também na quarta-feira. Mas na votação secreta em Plenário, foi derrotado por 42 votos contrários a 34 a favor, enquanto precisaria de no mínimo 41 votos para aprovação.
— É uma atribuição privativa do Senado aprovar ou não o nome dos ministros do STF e, havendo a rejeição, cabe ao presidente do Senado informar ao presidente da República que o nome foi rejeitado — explicou o consultor legislativo do Senado Gilberto Guerzoni em entrevista à TV Senado.
Líder do governo na Casa, o senador Jaques Wagner (PT-BA) publicou nesta quinta-feira (30), em suas redes sociais, que a disputa política possui outros territórios para acontecer que não a escolha de um ministro ao STF. Ele reforçou ainda que a prerrogativa presidencial de indicar ministro do Supremo é uma garantia constitucional.
“Falo isso com a tranquilidade de quem respeitou essa garantia frente a um governo do qual eu era oposição. Kassio Nunes Marques e André Mendonça tiveram suas trajetórias respeitadas. O ex-presidente teve sua prerrogativa reconhecida, como deve ser. Messias é um homem honrado e cumpre todos os requisitos constitucionais exigidos. Jorge Messias não perdeu a indicação ao Supremo. Quem perdeu foi o pacto constitucional, foi a Nova República. Foi o Brasil”, afirmou Wagner.
Derrotas
O consultor legislativo lembra que desde a criação do STF pela Constituição de 1891, só houve rejeição de nomes indicados em 1894 pelo governo Floriano Peixoto, o segundo presidente da história na República.
— Na época havia um conflito muito grande entre o Poder Executivo e o Senado Federal e isso refletiu nessas rejeições. O caso mais notório é do médico Barata Ribeiro, que depois foi até prefeito do Rio de Janeiro, com bastante destaque. Na época, a então Comissão de Justiça e Legislação do Senado, atual CCJ, justificou [a rejeição] pelo fato de ele não ser um jurista. Mas o presidente também chegou a indicar um militar e três outros com formação jurídica. Foram todos rejeitados — disse Guerzoni.
Desde então, todos os demais indicados pelos chefes do Executivo foram aprovados. O placar mais apertado foi, segundo Guerzoni, na indicação do ministro Francisco Rezek, que teve 45 votos à época no Plenário do Senado. Ele foi indicado pelo ex-presidente Fernando Collor.
O STF atua com 11 ministros e há significativos problemas operacionais para o funcionamento da Corte com um jurista a menos, de acordo com o consultor do Senado. Com dez integrantes, aumenta, por exemplo, a possibilidade de ocorrer empates em algumas das decisões e isso pode gerar impasses.
— O Supremo tem muitas atribuições, mais do que normalmente acontece com outras cortes supremas, e o número de processos que tramita pela Corte é bastante grande. Isso, obviamente, causa um aumento da carga para os demais ministros — afirmou Guerzoni.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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