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GOVERNADOR NÃO CRÊ EM ATO POLÍTICO NA VISITA DE BOLSONARO E DIZ “VAI QUEM QUISER”

Qualquer ex-presidente que vier para Mato Grosso eu vou recepcionar, disse Mauro Mendes

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Política

Foto Christiano Antonucci / Secom - MT

O governador Mauro Mendes (União) declarou nesta quarta-feira (3) que a visita do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a Cuiabá, que acontecerá na próxima segunda-feira (8), não se enquadra como um ato político eleitoral. O chefe do governo mato-grossense disse ainda de que não há nenhuma recomendação para correligionários do União Brasil – partido presidido por ele em Mato Grosso –  não participarem do evento.

Conforme programação depois da capital, Bolsonaro terá agenda em mais duas cidades do interior, Diamantino e Campo Novo do Parecis. Na semana seguinte, em 17 de abril, ele volta a Mato Grosso, mas dessa vez para evento com apoiadores em Sinop
“É um evento aberto, vai quem quiser. Eu não entendo que seja um evento de política eleitoral, até porque está proibido isso. Com a visita de um presidente que tem uma liderança que todo mundo reconhece, ele pode ter a participação de qualquer cidadão que se julgue muito interessado em estar lá prestigiando-o”, disse Mauro.
Mauro confirmou ainda de que vai recepcionar Bolsonaro. No entanto, não especificou o local  e disse que não teve acesso à programação do capitão da reserva em Cuiabá. A agenda do ex-presidente está sendo montada pela deputada federal Amália Barros (PL).

“Qualquer ex-presidente que vier para Mato Grosso eu vou recepcionar, seja ele quem for, eu estarei seguramente lá para recepcionar. Se o presidente for Lula, eu vou recepcionar. Foi a maior autoridade de nosso país, ele vai ser recebido por mim de acordo com a agenda dele que ele escolheu da melhor maneira possível”.

 

 

 

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Comissão aprova projeto que classifica PCC e CV como grupos terroristas junto a 11 cartéis latinos

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A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou proposta que classifica como organizações terroristas o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), além de 11 grupos criminosos de países da América Latina. O texto aprovado altera as leis de Terrorismo e de Organizações Criminosas.

A comissão aprovou o substitutivo do relator, deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), que ampliou a lista original de organizações do Projeto de Lei 4260/25, do deputado Rodrigo Valadares (PL-SE).

O projeto classificava como terroristas especificamente os grupos Cartel de los Soles e Tren de Aragua, ambos da Venezuela.

Além dos dois grupos venezuelanos, o novo texto incluiu diversas outras organizações transnacionais e brasileiras na lista de terroristas:

  • Mara Salvatrucha (MS-13): EUA e El Salvador;
  • Cartel de Sinaloa, Cartel de Jalisco Nueva Generación, Cartel del Noreste, La Nueva Familia Michoacana, Cartel del Golfo e Carteles Unidos: México;
  • Clan del Golfo: Colômbia;
  • Los Choneros: Equador;
  • Barrio 18: El Salvador; e
  • PCC e CV: Brasil.

Luiz Philippe de Orleans e Bragança argumenta que essas organizações deixaram de ser apenas grupos criminosos comuns para se tornarem ameaças à soberania.

“Merece atenção a possibilidade de conexões operacionais entre organizações estrangeiras e facções criminosas brasileiras, cujas atividades ilícitas – tráfico de drogas e de armas, mercados ilegais e violência – apresentam padrões semelhantes e complementares”, disse o relator.

A proposta também prevê o bloqueio imediato de bens e ativos financeiros ligados a essas organizações.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Pierre Triboli



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