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GOVERNADOR CRITICA MARINA SILVA: “FAZER PREVISÕES APOCALÍPTICAS NÃO RESOLVE ABSOLUTAMENTE NADA”

Segundo a ministra, diversos fatores contribuíram para esse cenário, incluindo mudanças climáticas, baixa pluviosidade, altas temperaturas e queimadas

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Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

O governador Mauro Mendes (União) expressou críticas à ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Marina Silva, por sua declaração de que o Pantanal corre o risco de desaparecer até o final do século.

A declaração ocorreu na semana passada durante uma audiência pública na Comissão de Meio Ambiente do Senado.

“Fazer previsão pessimista, não adianta. Fazer previsões apocalípticas não resolve absolutamente nada”, pontuou Mauro à imprensa.

Segundo a ministra, diversos fatores contribuíram para esse cenário, incluindo mudanças climáticas, baixa pluviosidade, altas temperaturas e queimadas.

“Que existe uma mudança climática, isso é fato. Então vamos fazer o seguinte, todo mundo vai ter que parar de emitir gás carbônico, segundo cientistas, mas o mundo, que cobra o Brasil, não faz a sua parte”, completou o governador.

“Nós estamos cooperando em conjunto com outros estados, temos um trabalho em conjunto com Mato Grosso do Sul, que foi feito no Pantanal, ajudamos eles em um momento crítico, eles nos ajudam também. Tudo que podemos fazer, nós estamos fazendo. Não dá para colocar um carro-pipa em cada propriedade”, concluiu.

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Violência de gênero deve ser combatida no ambiente digital, aponta debate

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A Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher discutiu na quarta-feira (16) políticas de proteção, segurança e estratégias mais eficazes, focadas no combate à violência de gênero em eleições e nos ambientes virtuais. O encontro reuniu representantes do poder público e da sociedade civil e deu continuidade ao seminário voltado ao fortalecimento da Rede de Enfrentamento à Violência contra Meninas e Mulheres.

A antropóloga e pesquisadora da Universidade de São Paulo, Beatriz Accioly, alertou para o uso de novas tecnologias na prática de violência contra mulheres, como a produção e disseminação de imagens sem consentimento por meio de inteligência artificial. Para ela, a responsabilização não deve recair apenas sobre quem produz o conteúdo, mas também sobre as plataformas que permitem sua circulação.

— A gente tem que olhar para como esse ambiente funciona, para as plataformas, para os incentivos que organizam a circulação. Esse tipo de conteúdo gera engajamento e valor. Sem esse nível de análise, a responsabilidade fica só com o usuário e a gente deixa de olhar para a estrutura que torna isso possível. A discussão sobre regulamentação de plataformas não é periférica — disse a pesquisadora.

O evento foi solicitado pela deputada Luizianne Lins (Rede-CE), que destacou a importância da integração entre os Poderes para avançar nas políticas de combate à violência contra a mulher.

— É preciso respeito. Estamos criando esse espaço de diálogo, mas também avançando em ações concretas, com articulação entre o Judiciário, o Legislativo e o Executivo — afirmou.

Representante do Ministério das Mulheres, Janara Kalline afirmou que a internet ainda não é um ambiente seguro para mulheres. Segundo ela, a violência digital cresce de forma acelerada e atinge principalmente meninas e mulheres jovens. Ela ressaltou que entre as iniciativas do Ministério das Mulheres está a capacitação de atendentes do Ligue 180 para lidar com denúncias de crimes virtuais.

Reportagem de Julia Lopes, da Rádio Câmara

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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