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Estudantes da UFMT deverão ficar sem RU durante as férias

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RU UFMT

Da Redação

Após uma sequência de aumentos no preço do Restaurante Universitário (RU) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e ser alvo de manifestações e reivindicações por parte de universitários para que o preço cobrado volte a ser R$ 1, o contrato da empresa Novo Sabor, atual fornecedora dos serviços alimentícios da universidade, chega ao fim.

A supervisão do Restaurante Universitário publicou uma nota na tarde desta segunda-feira (18), informando que o contrato com a empresa se encerra em dezembro deste ano.

De acordo com a instituição, a referida empresa deverá encerrar a prestação de serviços no dia 21 de dezembro, na nota, a UFMT solicita que os estudantes procurem a direção para que seja resgatado o saldo que será realizado diretamente do caixa da empresa que fica dentro da UFMT, o prazo final é para o dia 24 de dezembro.

Conforme apurado pela nossa equipe de reportagem, um novo processo licitatório já está sendo preparado, a expectativa é que a instituição fique apenas durante as férias sem o atendimento do RU.

Foto: Portal UFMT

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Sargento Reginauro defende aprovação do Estatuto da Vítima

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O senador Sargento Reginauro (PSDB-CE) defendeu, em pronunciamento na quarta-feira (13), a aprovação do projeto de lei que institui o Estatuto da Vítima. O parlamentar afirmou que o PL 3.890/2020, pode ampliar a proteção e a assistência às pessoas atingidas pela violência e destacou a situação de vítimas do crime organizado no Ceará. A proposta foi aprovada em julho pela Comissão de Segurança Pública (CSP) e seguiu para o Plenário do Senado. 

Reginauro relatou casos de moradores que, segundo ele, são obrigados por facções criminosas a deixar suas residências e de comerciantes que fecham estabelecimentos por imposição desses grupos. De acordo com o senador, as vítimas enfrentam prejuízos materiais e emocionais sem receber assistência adequada do poder público.

— Nós temos pessoas sendo expulsas de suas casas e a Polícia Militar está sendo enviada meramente, em muitos casos, para escoltar caminhões de mudança de cidadãos de bem que estão sendo expulsos por facções. A vítima está sempre em desvantagem, porque ela, além de sofrer com a agressão, além de sofrer com a perda de um ente amado, além de sofrer com a perda do seu bem, sofrer com a perda do seu negócio, ainda se sente completamente desamparada — afirmou.

O parlamentar também citou casos de violência contra a mulher e defendeu maior efetividade das medidas de proteção. Para ele, vítimas que procuram as autoridades nem sempre recebem proteção em tempo hábil.

— O Ceará tem um dos maiores índices de feminicídio do Brasil e, infelizmente, a maioria das mulheres assassinadas já recorreu, já foi até à delegacia, mas não foram protegidas. As leis não chegam até elas, as medidas protetivas não chegam no tempo certo e elas acabam sendo, depois, assassinadas, mesmo relatando que estavam com a sua vida em risco. Esse Estatuto da Vítima chega em boa hora — declarou.



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