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Dr. João celebra compra da Santa Casa e permanência da oncologia e nefrologia pediátrica

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O anúncio do governo de Mato Grosso nesta quarta-feira (11) de que irá apresentar ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) uma proposta de R$ 25 milhões, em parcela única, para adquirir a Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá foi avaliado pelo primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Dr. João (MDB), como uma vitória histórica para a saúde pública do estado.

Defensores da manutenção da unidade, o parlamentar travou uma série de reuniões, visitas in loco e articulações para evitar o fechamento do hospital, destacando sempre a importância dos serviços de oncologia e, principalmente, da nefrologia pediátrica, áreas consideradas essenciais e que não puderam ser transferidas para o Hospital Central e para o Hospital do Câncer.

 “Essa é uma conquista de todos que lutaram para que a Santa Casa não fechasse as portas. Eu estive lá, ouvi médicos, pacientes, funcionários e defendi que serviços como a oncologia e a nefrologia pediátrica não poderiam ser interrompidos. São tratamentos que salvam vidas todos os dias”, afirmou o deputado.

 Dr. João relembrou que, desde os primeiros anúncios sobre a possibilidade de desativação da unidade, se posicionou publicamente contra o fechamento, defendendo que a Santa Casa, símbolo histórico de Cuiabá, precisava continuar atendendo a população.

 “O que sempre defendemos foi a continuidade dos serviços estratégicos. A nefrologia pediátrica atende crianças que dependem de tratamento constante. A oncologia é referência. Não podíamos permitir que essas áreas fossem desestruturadas”, destacou.

 Com a aquisição, o governo garante que os serviços de oncologia e nefrologia continuem funcionando no local. Além disso, a estrutura da Santa Casa passará a abrigar o Serviço de Verificação de Óbito, cuidados paliativos para pacientes com câncer avançado, Esclerose Lateral Amiotrófica, insuficiência cardíaca ou renal, entre outras condições graves.

 O projeto também prevê a instalação de uma Central de Diagnóstico, com oferta de exames especializados como tomografia, raio-x e outros procedimentos de imagem, além de suporte remoto a hospitais do interior do estado.

 Entre as novidades, estão ainda a ampliação dos serviços já existentes, a implantação de atendimento de Home Care a partir da estrutura da unidade e o funcionamento de hospital-dia, modelo em que o paciente realiza procedimentos de baixa e média complexidade e retorna para casa no mesmo dia.

 Para Dr. João, a decisão consolida uma luta que envolveu diálogo com o governo, mobilização política e defesa técnica da manutenção dos atendimentos.

 “Não era apenas uma questão estrutural. Era uma questão humana. Cada leito, cada máquina de hemodiálise, cada sessão de quimioterapia representa uma vida. A Santa Casa continua aberta e com perspectiva de fortalecimento. Isso nos dá a certeza de que valeu a pena insistir”, concluiu o parlamentar.

Fonte: ALMT – MT



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Executivo envia Orçamento de 2027 ao Congresso com mínimo de R$ 1.741

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Salário mínimo de R$ 1.741, inflação de 3,6% e crescimento do produto interno bruto (PIB) de 2,46%. Esses são alguns pontos da proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027 enviada pelo Executivo ao Congresso Nacional na tarde desta segunda-feira (31) — último dia do prazo para envio do Orçamento ao Legislativo.

O aumento previsto de R$ 120 no valor do salário mínimo (hoje R$ 1.621) representa uma alta de aproximadamente 7,4% no valor nominal. O índice representa um ganho de 2,3% acima da inflação projetada para este ano.

O documento ainda apresenta as expectativas de arrecadação e a fixação de quanto o governo vai gastar em cada área. Conforme o texto, o Executivo prevê taxa básica de juros (Selic) em 12,53% e câmbio médio de R$ 5,22 para o dólar. Já o superávit primário, que é a diferença entre o que o governo arrecada e o que gasta, deve ficar em R$ 18,6 bilhões, valor que representa pouco mais de 0,1% do PIB.

Tramitação

Pela Constituição, a Lei Orçamentária Anual, que trata do Orçamento, deve ser entregue pelo Poder Executivo até 31 de agosto de cada ano, com a previsão de ser aprovada até dezembro. 

A proposta do Executivo para a Lei Orçamentária Anual de 2027 será examinada inicialmente pela Comissão Mista de Orçamento (CMO). Depois, a matéria será apreciada pelo Congresso Nacional e seguirá para sanção do presidente Lula.

O Congresso ainda precisa votar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO – PLN 2/2026). A matéria deveria ter sido votada até o dia 17 de julho. Como não houve a votação, a tendência é que o texto seja analisado agora neste segundo semestre.

Receitas e despesas

A LOA é o documento que estima receitas e fixa as despesas públicas para o ano seguinte. A lei busca garantir que o dinheiro arrecadado dos cidadãos seja aplicado de forma clara, planejada e responsável.

Em outras palavras, determina a verba que será aplicada em áreas cruciais como saúde, educação, segurança, transporte e infraestrutura. Embora a iniciativa seja do Executivo, os parlamentares podem inserir mudanças no texto.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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