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DILMAR DISPARA QUE GISELA NÃO TEM MORAL PARA QUESTIONAR APOIO A BOTELHO; ‘ELA RECEBEU 3 MILHÕES E SÓ FEZ 28 MIL VOTOS’

Dilmar destacou sua trajetória dentro do partido. Foi presidente regional do DEM

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Política

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Em nova polêmica, o deputado Dilmar Dal Bosco (União) foi bem direto ao rebater as declarações da companheira de partido, deputada federal Gisela Simona (União), que questionou tentativa de interferência do parlamentar nas definições sobre candidatura à Prefeitura de Cuiabá. A suplente de deputada federal, que sonha em ser efetivada no cargo, afirmou que Dilmar tem base eleitoral em Sinop (500 Km de Cuiabá) e, por isso, não poderia defender que o diretório municipal faça opção pela pré-candidatura do presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho.
Gisela disse à imprensa que Dilmar nunca se posicionou a favor da população diante dos muitos problemas gerados pela gestão do atual prefeito, Emanuel Pinheiro (MDB).
Em resposta, Dilmar destacou sua trajetória dentro do partido. Foi presidente regional do DEM – que se fundiu com o PSL para formar o União Brasil -, sendo o responsável pela filiação do grupo de Mauro, que havia perdido espaço dentro do PSB.
Além disso, pontuou que Gisela foi a candidata a deputada federal que mais recebeu recursos oriundos do Fundão Eleitoral, total de R$ 3 milhões. Em contrapartida, recebeu apenas 28.897 votos, ficando na primeira suplência.

“Estou deputado pelo quarto mandato, entre os mais votados, fiz 42.156 votos, em detrimento dela, que gastou R$ 3,5 milhões de recursos para campanha, vindo de cota feminina, e fez só 28.897 votos em todo Mato Grosso”, afirmou, em conversa com a imprensa nesta quinta-feira (11).
“Fiz 42 mil para estadual, que é uma disputa muito maior. Tenho muito mais moral do que ela e nunca a questionei”, acrescentou.
Dilmar ainda questionou a acusação de que estaria apoiando Botelho por conta de interesses dentro da Assembleia. Lembrou que é Gisela a maior interessada na candidatura do chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, que é titular na Câmara Federal. Em caso de vitória ao Palácio Alencastro, a suplente se efetivaria no cargo.
Por fim, o deputado também criticou Gisela por ter feito crítica similar ao deputado estadual Julio Campos e o senador Jayme Campos, que também defendem a pré-candidatura de Botelho. Semanas atrás, ela disse que os irmãos deveriam cuidar das eleições de Várzea Grande.
“Acho desnecessário o comentário que ela fez, como ela já fez com Jayme e Júlio. O Júlio foi o segundo deputado estadual mais votado em Cuiabá, perdeu só pro Botelho. Ele tem título aqui, mora em Cuiabá, como não pode opinar? Eu fiz 1.748 votos dentro da capital, tendo todos os setores segmentados e boa parte deles apoiando minha ideia de candidatura para Cuiabá. Acho que tenho muito mais moral do que ela, e nunca faria isso, difamando e fazendo comentário contra mim”, pontuou.

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Comissão debate sustentabilidade da conectividade nas escolas

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A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta quarta-feira (27) para discutir a sustentabilidade da conectividade nas escolas brasileiras, diante dos desafios relacionados à manutenção, continuidade, qualidade e efetividade do acesso à internet no ambiente educacional.

O debate atende a pedido da deputada Maria Rosas (Republicanos-SP) e está marcado para as 14 horas, no plenário 11.

A deputada ressalta que, nos últimos anos, o Brasil avançou significativamente na implementação de programas voltados à ampliação da conectividade escolar, reconhecendo que o acesso à internet deixou de ser mera ferramenta acessória para se tornar elemento estruturante do processo educacional contemporâneo.

Contudo, Maria Rosas aponta que, apesar dos investimentos realizados e dos esforços institucionais empreendidos pela União, estados, municípios e entidades reguladoras, persistem desafios relevantes relacionados à sustentabilidade dessas conexões.

Em muitos casos, diz a deputada, observa-se dificuldade na manutenção da infraestrutura instalada, ausência de suporte técnico adequado, insuficiência de recursos para custeio continuado dos serviços, limitações energéticas em regiões remotas, baixa qualidade da conexão ofertada e desigualdades regionais que comprometem a efetividade da política pública.

Para ela, é fundamental discutir não apenas a expansão da conectividade, mas também a capacidade de assegurar sua continuidade, estabilidade e utilização pedagógica efetiva ao longo do tempo.

“A transformação digital da educação exige que escolas públicas estejam plenamente integradas ao ambiente tecnológico, possibilitando acesso a plataformas educacionais, conteúdos pedagógicos digitais, capacitação de professores, gestão escolar eficiente e inclusão digital de estudantes”, afirma.

“A conectividade sustentável nas escolas envolve planejamento integrado entre infraestrutura tecnológica, financiamento público, capacitação de profissionais da educação, inovação regulatória e mecanismos permanentes de monitoramento e avaliação”, conclui.

Da Redação – MB



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