CONSÓRCIO BRASIL CENTRAL

“Com união dos estados, será possível alavancar industrialização da região”, afirma governador Mauro Mendes

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O governador mato-grossense citou o crescente aumento do volume da produção de alimentos nos Estados consorciados, a exemplo de Mato Grosso, que ultrapassou nesta safra a casa de 100 milhões de toneladas.

“Nos próximos anos a demanda mundial por alimentos vai crescer acima de 20%. O único país do mundo que pode aumentar a sua produção além de 20% se chama Brasil. E grande parte dos estados aqui representados nesse consórcio podem aumentar a sua produção além de 20%. Então nós, governadores, precisamos atuar juntos, combater juntos, e mostrar ao mundo que somos grandes produtores e preservamos o meio ambiente”, afirmou.

Mauro registrou que é preciso união dos estados do BrC para defender no Congresso Nacional que medidas voltadas à industrialização da região sejam inseridas no texto da reforma tributária, que tramita no Senado.

O governador citou o exemplo de Mato Grosso, que nós últimos anos é o estado que mais tem registrado crescimento industrial no país.

“Não podemos perder um esforço gigantesco que foi feito ao longo de anos pra industrializar o nordeste, o norte e o centro-oeste. Precisamos garantir no Senado Federal um mecanismo que garanta que esse esforço não se perca, e que possamos ser compensados com  mecanismos de atração de empresas e de competitividade, mantendo a indústria viva”, completou.
O governador de Goiás e anfitrião do evento, Ronaldo Caiado, referendou a fala, acrescentando que o esforço conjunto do BrC já tem trazido resultados positivos.

“Nós temos um compromisso de contribuir e vamos mostrar que o nosso consórcio cada vez mais vai estender as mãos a todos, para poder somar e melhorar as condições de vida da nossa população”, finalizou.

Além dos governadores e liderancas dos estados consorciados, também participaram do evento: o senador Mauro Carvalho; o deputado federal José Medeiros; e os secretários de Estado Fábio Garcia (Casa Civil), Laice Souza (Comunicação), César Roveri (Segurança), Rogério Gallo (Fazenda), Cesar Miranda (Desenvolvimento Econômico) e Basílio Bezerra (Planejamento e Gestão); o procurador-geral do Estado, Francisco Lopes; e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Mendes.

SECOM/MT

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli



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