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“Clamor da categoria”: Com trabalho, amor e respeito Contreira é candidato à presidência do Creci-MT

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Da Redação

Sendo identificado como a referência da inovação e progresso da categoria, o corretor de imóveis por mais de 18 anos, Claudecir Contreira, que vem apresentando trabalhos relevantes institucionais e sociais, está concorrendo a presidência do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CREC) de Mato Grosso.

Com estilo inovador e eficiente, a candidatura de Contreira para concorrer à presidência do CREC-MT, foi pautada no clamor da maioria dos profissionais da categoria, que buscam por mudanças e melhorias.

Com os princípios de trabalho, amor e respeito pela profissão, a primeira proposta de Contreira, é viabilizar a atualização da Lei Federal 6.530/1978, via bancada federal, através de deputados e senadores.

“Precisamos proteger, beneficiar e valorizar através do Creci-MT, os nossos profissionais, eu sou corretor há 18 anos, vivo de minha profissão, sei das necessidades e prioridades da categoria”, relatou Contreira.

Segundo Contreira, outros pontos que necessitam de atualizações, restruturação e implantação, são questões como assistências aos profissionais enfermos, desburocratização dos atendimentos e sistemas, como também, a questão da aposentadoria do profissional corretor, são propostas desenvolvidas através das demandas da categoria.

“O Creci-MT tem que ser visto e utilizado como a casa do profissional corretor, um lugar de apoio, de viabilidade, agilidade e eficiência, a nossa proposta é transformar a instituição em um local, que verdadeira colabore para o desenvolvimento do exercício da categoria, com trabalho, amor e respeito pela profissão”, ressaltou Contreira.

Foto: Assessoria

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Sancionada ampliação de produtos em estoque público para alimentação animal

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Pequenos criadores terão acesso a mais opções de produtos para a alimentação dos rebanhos por meio do Programa de Venda em Balcão (ProVB). A lista, que incluía apenas o milho, passa a abranger também sorgo, caroço de algodão, farelo de soja, farelo de milho e outros produtos usados na alimentação animal. A mudança está na Lei 15.490, de 2026, sancionada pela Presidência da República e publicada nesta terça-feira (18) no Diário Oficial da União (DOU).

Além de ampliar a lista de produtos que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) poderá adquirir para o ProVB, a medida também facilita o acesso de pequenos criadores aos estoques públicos administrados pela estatal. Podem participar do programa pequenos criadores com Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ativo e aqueles sem o cadastro que atendam aos limites de renda do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e explorem imóvel rural de até 10 módulos fiscais. Cooperativas agropecuárias e associações de agricultores familiares com CAF ativo também passam a ser beneficiárias.

O texto modifica a Lei 8.171, de 1991 para estabelecer a realização de leilões públicos destinados à formação de estoques de produtos agrícolas. A nova lei autoriza a Conab a comprar de produtores rurais e cooperativas, por meio de leilões públicos, produtos da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) por até 25% acima do preço mínimo.

A estatal também poderá vender diretamente estoques públicos para ações de abastecimento e segurança alimentar, inclusive para pequenas empresas, associações e cooperativas. O limite mensal de compra permanece em 27 toneladas para pequenos criadores e será de até 80 toneladas para cooperativas e associações. O teto anual de 200 mil toneladas para as compras do ProVB deixa de existir, e o volume passará a ser definido anualmente pelo Poder Executivo, conforme a disponibilidade orçamentária e financeira.

As competências relacionadas ao ProVB passarão a ser exercidas conjuntamente pelos Ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, da Agricultura e Pecuária e da Fazenda.

Origem

A medida tem origem no PL 3.289/2026, do senador Beto Faro (PT-PA). A proposta recebeu parecer favorável da senadora Teresa Leitão (PT-PE). Para a relatora, o texto gera maior previsibilidade para os pequenos produtores e protege a sociedade contra variações bruscas no preço dos alimentos. Ela destacou também a inclusão de cooperativas e associações de agricultores familiares como beneficiárias do programa.

— Em um mercado global impactado por custos de produção oscilantes e instabilidade geopolítica, conceder às cooperativas e associações a capacidade de adquirir insumos estratégicos diretamente do Estado com preços justos e regionalmente balizados consiste em relevante garantia de viabilidade para os empreendimentos da agricultura familiar — afirmou a senadora. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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