Polícia Federal
CMEI Lúcia Helena promove palestra sobre combate à violência contra a mulher
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O Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Lúcia Helena de Campos abriu as portas da unidade, na noite desta segunda-feira (16), para uma importante ação de conscientização. A palestra foi conduzida pela equipe da Patrulha Maria da Penha, da Polícia Militar, com o objetivo de debater e combater a violência contra a mulher.
Durante o encontro, os palestrantes, Major Raissa e Sargento Wenilson, abordaram os diferentes tipos de violência previstos pela Lei Maria da Penha, que vão além da agressão física e incluem as violências psicológica, moral, patrimonial e sexual.
A iniciativa buscou reunir pais, educadores e comunidade escolar em torno de informações essenciais para identificar sinais de relacionamentos abusivos, compreender os mecanismos legais de proteção e saber como acionar a rede de apoio e os canais de denúncia.
A diretora da unidade, Nelma Neres, destacou que a palestra faz parte da formação Espaço de Saberes, voltada aos educadores e à comunidade escolar, que atendeu ao convite e participou das atividades do Agosto Lilás.
“ Acreditamos que a educação é a nossa ferramenta mais forte para construir uma sociedade mais segura e justa para todas as mulheres”, afirmou.
A diretora também agradeceu a parceria da Polícia Militar na condução do evento e ressaltou a importância de ampliar o debate diante dos índices de violência contra a mulher registrados em Mato Grosso.
“A contribuição da PM nesse evento fortalece a rede de apoio e ajuda a identificar e prevenir casos de violência doméstica. O ambiente escolar também desempenha um papel fundamental na conscientização social e na proteção das famílias”, destacou Nelma.
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Lei garante isenção da taxa de incêndio para APAEs e Associações Pestalozzi de MT
As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e as Associações Pestalozzi, regularmente constituídas e declaradas de utilidade pública estadual em Mato Grosso, poderão ser isentas da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN), por meio da Lei nº 13.491/2026. A medida contempla imóveis e atividades diretamente vinculados às finalidades institucionais, o que vai contribuir para reduzir custos de manutenção das entidades filantrópicas que atendem pessoas com deficiência e suas famílias.
O deputado estadual Wilson Santos (PSD), um dos autores da legislação, destaca que a iniciativa dá o apoio ao trabalho desenvolvido pelas instituições. Também, assinam a proposta os deputados estaduais Max Russi (Podemos), Dr. João (MDB) e Diego Guimarães (Republicanos).
“Essa lei representa um apoio às APAEs e às Associações Pestalozzi que desempenham um trabalho fundamental às pessoas com deficiência. A isenção da taxa pode ajudar essas instituições a direcionar recursos para outras necessidades dos alunos e de suas famílias”, explica o parlamentar.
Para ter direito à isenção, as instituições deverão comprovar anualmente a manutenção de sua finalidade filantrópica e sem fins lucrativos, a regularidade fiscal e trabalhista, a permanência do título de utilidade pública estadual e a aplicação integral dos recursos na realização de seus objetivos institucionais. A proposta também estabelece que o benefício não dispensa o cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), nem a obtenção do respectivo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).
Tanto que a diretora pedagógica da APAE de Rondonópolis, Jacira Ribeiro, realiza no momento com o CBMMT a renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), concedido pelo governo federal à instituição, cuja validade termina em dezembro de 2026 – com duração de cinco anos. Ela também avalia positivamente a medida e ressalta a importância das instituições de todo o estado terem conhecimento do benefício.
Para ela, a isenção pode representar um alívio financeiro, especialmente para entidades que possuem estruturas amplas e precisam investir na adequação das instalações às exigências de segurança. Também, destacou que o valor da taxa varia conforme as características do imóvel, o que pode representar uma despesa significativa para as instituições filantrópicas.
A APAE de Rondonópolis, atualmente, é mantida por meio de convênios, recursos humanos a nível municipal e estadual e da busca constante por novas fontes de arrecadação de recursos. Também, a entidade recorre a emendas parlamentares, desenvolvem projetos e promovem eventos para levantar verbas e custear as despesas de funcionamento já que são atendidos 235 alunos.
Fonte: ALMT – MT
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