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CCJR faz sessão de instalação e posse; 18 projetos estavam em pauta na 1ª reunião

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A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa realizou sessão de instalação e posse, e também a primeira reunião ordinária desta sessão legislativa na tarde desta terça-feira (18). Na ocasião, foi oficialmente eleita a chapa única com o deputado estadual Eduardo Botelho (União) na presidência e com Diego Guimarães (Republicanos) na vaga de vice-presidente. Na sessão de análise de projetos, foram votadas 18 matérias, incluindo 14 vetos. Os parlamentares aprovaram parecer pela derrubada de 13 dos vetos.

Sobre o grande número de vetos derrubados na comissão, o deputado Thiago Silva (MDB) avaliou que a população também espera que o Poder Legislativo atue para resolver problemas. “Nós devemos, sem sombra de dúvida, analisar o mérito, a constitucionalidade de cada projeto, mas precisamos também fazer uma análise muito criteriosa dos pareceres [que vêm do governo do estado] para que nós possamos achar um denominador comum para oferecer um serviço de qualidade para o cidadão”, disse.

O parlamentar citou o Veto Total nº 6/2025, cujo relatório elaborado pela assessoria da CCJR era pela manutenção do veto, mas que foi pedido vista. Alvo da reprovação do Poder Executivo, o Projeto de Lei (PL) nº 191/2024 prevê a instalação de pontos de atendimentos regionalizados pelas empresas concessionárias de serviço público em Mato Grosso. “Eu sou um defensor de que deve haver esses pontos de atendimento, a população tem sofrido muito pela falta de um atendimento mais ágil. O que a gente vê é aumentar os lucros das empresas que têm concessão, mas esses lucros não são revertidos na qualidade do serviço público”, criticou Thiago Silva, autor da proposta.

Na pauta da primeira reunião ordinária da CCJR, 18 matérias constavam para análise da constitucionalidade

Na pauta da primeira reunião ordinária da CCJR, 18 matérias constavam para análise da constitucionalidade

Foto: GILBERTO LEITE/SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Entre os vetos com parecer pela derrubada, também está o Veto Total nº 20/2025 aposto ao Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 13/2023. De autoria do deputado Lúdio Cabral (PT), a matéria tem como objetivo permitir aos servidores públicos em Mato Grosso terem microempresas individuais (MEI), sem prejuízo ao exercício regular de suas funções públicas. Os deputados da CCJR também votaram pela derrubada dos vetos nº 1/2025, nº 2/2025 nº 3/2015, nº 4/2025, nº 8/2025, nº 10/2025, nº 12/2025, nº 14/2025, nº 16/2025, nº 19/2025, nº 21/2025, e nº 125/2024. Duas propostas receberam parecer favorável em redação final PL nº 216/2023 e PL nº1457/2023.

O novo presidente do colegiado, deputado Eduardo Botelho, adiantou que fará mudanças no funcionamento dos trabalhos da CCJR. “Nós vamos dar relatoria apenas para quem está presente, para que eles [ membros] venham participar realmente. A comissão é o cérebro de todos os projetos que acontecem aqui na Assembleia. Então, isso vai prestigiar os deputados que estão presentes”, avisou.

Ele também comunicou que será feita uma resolução para proibir que o deputado assine os processos da CCJR no plenário fora dos casos previstos, como sessão extraordinária do colegiado. “Outra coisa, [vou determinar que] os pareceres sejam feitos realmente com o deputado, porque hoje o parecer é feito [pela assessoria]. Às vezes o deputado chega aqui e vai ler o parecer e até o pensamento dele é contrário ao parecer”, completou Botelho.

Também participaram das reuniões, os deputados Sebastião Rezende (União) e Fábio Tardin (PSB).

Fonte: ALMT – MT



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Desafio Judiciário Sustentável 2026 mobiliza unidades do TJMT em busca de consumo consciente

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A imagem mostra um edifício com as palavras O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) instituiu o “Desafio Judiciário Sustentável 2026”. Por meio de ações voltadas ao consumo consciente, redução de desperdício e de gastos e incentivos à reciclagem, o objetivo é fortalecer dentro do Poder Judiciário a cultura da sustentabilidade. A iniciativa foi estabelecida pela Portaria TJMT/PRES nº 751, de 27 de maio de 2026.

O desafio envolverá áreas administrativas, gabinetes de desembargadores e comarcas de todo o estado. A proposta é acompanhar e avaliar indicadores relacionados ao consumo e gasto de diferentes despesas, além da destinação adequada de resíduos sólidos recicláveis, estimulando práticas mais sustentáveis no ambiente institucional.

O Núcleo de Sustentabilidade acompanha o desempenho das unidades ao longo do ciclo de avaliação, que compreende o período de 1º de julho de 2025 a 30 de junho de 2026. Nesse período, são monitorados indicadores relacionados ao consumo de água, energia elétrica, papel, copos descartáveis, impressões e equipamentos de impressão, gastos com telefonia, transporte e serviços gráficos e destinação adequada de resíduos sólidos recicláveis.

Os indicadores serão calculados de forma proporcional ao número de magistrados, servidores e estagiários de cada unidade. A portaria também estabelece pesos diferentes para cada indicador, considerando o impacto ambiental e a relevância institucional de cada item. Entre os critérios com maior peso estão consumo de papel, impressão, equipamentos de impressão e destinação adequada de resíduos recicláveis.

“As unidades devem dedicar atenção especial à redução de impressões desnecessárias, ao uso consciente do papel, à devolução de impressoras ociosas e ao fortalecimento das ações de separação e encaminhamento correto dos resíduos recicláveis. A intenção é incentivar mudanças de comportamento e fortalecer práticas alinhadas à responsabilidade ambiental”, explica a gestora do Núcleo de Sustentabilidade do TJMT, Jaqueline Schoffen.

Como forma de reconhecimento, o Desafio Judiciário Sustentável entregará selos Diamante, Ouro, Prata e Bronze às unidades com melhor desempenho.

Os selos serão entregues durante o 11º Evento de Sustentabilidade do Poder Judiciário de Mato Grosso, que será realizado no segundo semestre de 2026. A premiação tem como objetivo reconhecer e valorizar as unidades que se destacarem na adoção de práticas sustentáveis e no uso eficiente dos recursos públicos.

Além de estimular a conscientização ambiental dentro do Judiciário, a iniciativa também vai ao encontro da melhoria da gestão de recursos públicos e fortalecimento de práticas sustentáveis no dia a dia institucional.

Clique aqui e confira a portaria na íntegra.

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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