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Além de abandonar o povo do Mapim Ivan do Santos se opõe aos interesses da sociedade várzea-grandense   

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Da Redação

O vereador Ivan dos Santos (PRB), que tem santo no nome, usa reivindicação do Agentes Comunitários de Saúde (ACS), como ferramenta para atacar o poder executivo municipal, com objetivo de atender interesses pessoais.

Uma gravação expostas em redes sociais, mostra o vereador tentando combinar ações com a representa dos profissionais ACS.

“O vereador Ivan esqueceu de consultar a tramitação do Projeto de Lei Complementar, quando a prefeita Lucimar Sacre de Campos, aprovou e sancionou a Lei Municipal Complementar, que garantiu a criação das equipes Estratégica de Saúde da Família”.

O vereador que já foi Ivan do PT, eleito na sua primeira legislatura pelo Partido dos Trabalhadores, hoje filiado em outra sigla, mostra que suas condutas são baseadas em questões que apenas lhe favorece, já demostrou que não tem bandeira partidária, ideologia, metas e benefícios que venham atender apenas as necessidades e prioridades da população.

“Ivan é oportunista, individualista, ele não trabalha para o povo, não cumpre com o seu juramento de vereador, ele só quer saber de defender os interesses do próprio umbigo”, disse um ex-eleitor de Ivan, morador do bairro Nova Esperança, que pediu para não ser identificado.

O vereador Ivan dos Santos, que segundo relatos de bastidores, santo é só no nome, já foi da base do executivo, com apetite voraz e insaciável, hoje tenta encabeçar a formação de um bloco de oposição, que segundo informações de bastidores, tem o objetivo de atrapalhar a aprovação de projetos que colabore com o desenvolvimento de Várzea Grande.

Pelo que tudo indica, as atividades obscuras do vereado Ivan dos Santos estão com os dias contado, já que não última eleição, conseguiu entrar para o time dos vencedores em último lugar, com apenas 960 votos, feito que para a próxima disputa, com os fatos de tanta omissão e falta de serviços prestados para população, o eleitor deve proporcionar a oportunidade para outros candidatos.

A revolta do vereador Ivan com a baixa densidade eleitoral, está sendo mostrada com voto contra o pedido de empréstimo da Prefeitura de Várzea Grande, que tem projetos para utilizar deste recuso, para atender as necessidade e prioridades da população da região do grande Mapim, local era considerado polo eleitoral de Ivan.

Com a objeção do vereador Ivan em colaborar com o desenvolvimento da região, agora o povo do Mapim, já sabe que não pode contar com este vereador.

 

Foto: Câmara de Várzea Grande

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CRE monitora com atenção relações entre Brasil e EUA, diz Nelsinho Trad em nota

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O presidente da Comissão de Relações Exteriores (CRE), senador Nelsinho Trad (PSD-MS), divulgou nota oficial nesta sexta-feira (14) na qual afirma receber com atenção a decisão do Poder Executivo de abrir processo previsto na Lei da Reciprocidade Econômica em resposta às novas tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.

Na avaliação de Nelsinho, o Brasil precisa estar preparado para agir quando necessário, sem esquecer que as relações bilaterais ocorrem há mais de 200 anos e que todas as possibilidades de entendimento devem ser buscadas antes de uma escalada comercial.

“Sempre defendi que o primeiro caminho deve ser o diálogo. Ao mesmo tempo, não podemos abrir mão dos instrumentos legítimos que o próprio Congresso Nacional criou para proteger os interesses do Brasil quando necessário”, diz ele.

O senador explica que esse tipo de processo dura meses, não significando a adoção automática de contramedidas pelo Brasil, mas abre a etapa de avaliação e de consultas diplomáticas entre as nações. 

“Considero importante que esse espaço seja utilizado para buscar uma solução negociada, ao mesmo tempo em que o Brasil avalia, com responsabilidade e critérios técnicos, os instrumentos que tem à disposição”, afirma na npta.

Nelsinho defende que o Brasil promova o “diálogo até o limite”, mas com responsabilidade nas decisões em defesa dos interesses brasileiros.

Tarifas

As novas tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre parte das exportações brasileiras inauguraram uma nova etapa nas relações comerciais entre os dois países. A sobretaxa alcança cerca de 3 mil itens e será cobrada dos importadores americanos no momento em que os produtos brasileiros entrarem nos EUA. 

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) prevê que o novo tarifaço atingirá 18% das exportações brasileiras para os EUA. Comparados aos dados de 2024 — ano anterior aos primeiros tarifaços anunciados pelo presidente dos EUA, Donald Trump —, o percentual corresponde a R$ 37,6 bilhões. Já com base nos números de 2025, a participação dos setores afetados equivale a R$ 29,4 bilhões (15%). 

No mês passado, o presidente da CRE solicitou informações ao MDIC sobre como o governo pretende operacionalizar a Lei da Reciprocidade Econômica (sancionada em 025 após os primeiros tarifaços), quais estudos estão sendo conduzidos pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) e se haverá necessidade de aperfeiçoamentos legislativos. O objetivo, segundo ele, é oferecer à CRE informações técnicas que subsidiem eventuais iniciativas legislativas.

Além disso, no dia 4 de agosto, o grupo de trabalho criado por iniciativa da presidência da CRE discutiu questões de acesso a mercados das exportações brasileiras com diversos representantes do governo e do setor privado, com foco nas proteínas de origem animal.

No dia da entrada em vigor do atual tarifaço dos Estados Unidos, em julho, o governo federal assinou uma medida provisória (MP 1.379/2026) com um novo pacote de apoio às empresas brasileiras. Batizada de Plano Brasil Soberano 3, a iniciativa prevê R$ 18,5 bilhões em linhas de crédito com juros subsidiados para exportadores e setores considerados estratégicos para a economia nacional.

A Presidência da República também sancionou o projeto derivado da MP 1.345/2026, que instituiu as linhas de financiamento do Plano Brasil Soberano. Em relação a esse texto, o Congresso decidiu ampliar o escopo para contemplar, além dos exportadores de bens industriais e seus fornecedores, setores considerados estratégicos para o comércio exterior brasileiro.

Veja a nota do presidente da CRE na íntegra:

Nota à Imprensa

Recebo com atenção a decisão do governo brasileiro de iniciar o processo previsto na Lei da Reciprocidade Econômica diante das novas tarifas impostas pelos Estados Unidos.

Sempre defendi que o primeiro caminho deve ser o diálogo. Ao mesmo tempo, não podemos abrir mão dos instrumentos legítimos que o próprio Congresso Nacional criou para proteger os interesses do Brasil quando necessário.

Foi justamente por isso que, ainda em julho, encaminhei ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços um pedido de informações sobre a operacionalização da Lei da Reciprocidade, os estudos conduzidos pela Camex e até mesmo sobre a eventual necessidade de aperfeiçoamentos na legislação.

O processo iniciado agora não significa a adoção automática de contramedidas. Abre uma etapa de avaliação e de consultas diplomáticas com os Estados Unidos. Considero importante que esse espaço seja utilizado para buscar uma solução negociada, ao mesmo tempo em que o Brasil avalia, com responsabilidade e critérios técnicos, os instrumentos que tem à disposição.

Como presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, continuarei acompanhando esse processo e defendendo aquilo que temos sustentado desde o início: diálogo até o limite, responsabilidade nas decisões e defesa dos interesses brasileiros.

O Brasil precisa estar preparado para agir quando necessário, mas uma relação construída ao longo de mais de 200 anos entre Brasil e Estados Unidos exige que todas as possibilidades de entendimento sejam buscadas antes de uma escalada comercial.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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