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Policiais civis recebem treinamento para prevenção e reação a violência urbana
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Da Redação
O treinamento constante para prevenção e reação contra a violência urbana é uma necessidade para os profissionais que atuam diariamente em ocorrências criminais. A capacitação ao policial, para que saiba agir adequadamente, tanto durante o desempenho da atividade, quanto em seus momentos de folga, tem sido realizada pela Gerência de Operações de Especiais (GOE), para policiais de unidades da capital e do interior.
Na semana passada, atendendo pedido, 20 policiais civis da Delegacia da Polícia Civil de Barra do Bugres (168 km a Médio-Norte), participaram do treinamento, ocorrido nos dias 10 a 12 de setembro.
Nos três dias de curso realizado no município, os policiais civis receberam instruções e participaram de intenso treinamento de Combate Velado, Oficinas Drills, Situações de Sobrevivência, Porte velado, Saque velado e Teoria Sobrevivência Urbana em tempos de violência.
A realização do curso contou com a parceria do empresariado local, que investiu R$ 11 mil reais, com a aquisição de 3 mil munições 40 (pistola), além de outros parceiros que disponibilizaram o local apropriado.
A turma de 20 alunos, dentre investigadores, escrivães e o delegado da unidade, Renato Resende do Nascimento, recebeu certificado de 20 horas/aula, expedido pela Academia de Polícia Judiciária Civil (Acadepol).
Conforme um dos instrutores do Goe, investigador Edcarlos Campos, o curso traz o situações onde uma simples atitude errada pode resultar no pior, que é a morte. “Para que isso não aconteça, trabalhamos desde a observação até a ação, resultante dos vários conjuntos e cenários possíveis frente à criminalidade”, disse.
O delegado de Barra do Bugres/MT, Renato Resende do Nascimento, agradeceu policiais da GOE (Edcarlos, Otony, Gustavo e Daniel) pela disposição e desígnio em dividir os conhecimentos.
“Devemos sempre buscar a qualificação e capacitação dos nossos servidores, aprimorando as suas técnicas e visando a diminuição dos riscos atrelados à atividade policial, motivo pelo qual o treinamento é essencial”, afirmou.
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Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais
Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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