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Polícia Civil cumpre mandado em mais uma fase da Operação Dardanário

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) e Polícia Civil do Paraná deflagraram na manhã desta terça-feira (03.10) mais uma fase da Operação Dardanário para cumprimento de mandado de busca e apreensão em investigação de crime de fraude eletrônica em plataforma de e-commerce (sistema criado para vendas).

O mandado expedido pela Justiça da Comarca de Mamborê, Estado do Paraná, foi cumprido em uma residência no bairro Santa Terezinha em Cuiabá.

No local, foram apreendidos três aparelhos celulares que auxiliarão o andamento das investigações. Um homem foi conduzido por posse de drogas para consumo próprio.

A primeira fase da Operação foi deflagrada no início do mês de agosto, ocasião em que foram cumpridos mandados de busca e apreensão em dois endereços no bairro Duque de Caxias II .

Investigações

As investigações iniciaram após a vítima de Mamborê (PR) cair em um golpe praticado através do aplicativo WhatsApp, ocasião em que transferiu para a conta bancária informada pelo golpista a quantia de R$ 24,5 mil.

Durante diligências foi identificado que o titular da conta era de Mato Grosso, razão pela qual a DRCI passou a investigar os fatos, sendo realizado pedido de informações à empresa bancária destinatária do valor.
Os policiais civis da DRCI também verificaram quem seria a pessoa que encaminhou as mensagens para a vítima, pelo aplicativo WhatsApp através do número do telefone.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil rastreia dinheiro da morte de advogado e comprova pagamento de R$ 215 mil pelo crime

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), avançou nas investigações sobre o homicídio do advogado Renato Nery, conseguindo identificar e prender os mandantes, intermediários e executores do crime, ocorrido em 5 de julho de 2024, em Cuiabá.

Durante a investigação, a Polícia Civil representou pela quebra de sigilo bancário, medida autorizada pelo Poder Judiciário, que permitiu rastrear o fluxo financeiro utilizado para o pagamento da execução.

As análises demonstraram que a investigada apontada como mandante do crime, realizou, no dia 4 de março de 2024, transferências que totalizam aproximadamente R$ 200 mil reais, valores que passaram inicialmente por contas de terceiros, em uma sequência de movimentações financeiras utilizadas para ocultar a origem e o destino final do dinheiro.

Na análise, também foi identificado que um outro investigado evitou receber diretamente os valores em sua conta, determinando que os recursos fossem movimentados por intermediários. Parte desse montante foi utilizada, no dia 5 de março de 2024, para a aquisição de um veículo Mercedes-Benz, no valor aproximado de R$ 115.000,00, registrado em nome de terceiro.

Ainda no mesmo dia, R$ 40 mil foram transferidos à mãe desse investigado, enquanto o restante do dinheiro foi, posteriormente, encaminhado à própria conta, em 06 de março de 2024.

Além dessas movimentações, foi identificado que no dia 8 de março a primeira investigada citada realizou um pagamento direto a esse segundo investigado citado, no valor de R$ 15 mil reais, totalizando aproximadamente R$ 215 mil reais movimentados em razão do crime.

Essas movimentações financeiras identificadas coincidem com os depoimentos prestados pelos envolvidos, que afirmaram que o valor ajustado para a execução do homicídio seria de aproximadamente R$ 200 mil reais.

Além do rastreamento financeiro, no dia 12 de março de 2024, um dos investigados prestou depoimento, confirmando toda a dinâmica do pagamento pelo crime, corroborando os elementos já demonstrados pela análise bancária.

A investigação identificou que o segundo investigado citado adotou mecanismos para ocultar a origem ilícita dos valores, utilizando de intermediários e movimentações financeiras fracionadas, caracterizando, em tese, a prática do crime de lavagem de dinheiro, pelo qual também deverá responder.

Diante do conjunto probatório reunido, especialmente o rastreamento do fluxo financeiro, os depoimentos colhidos e as demais diligências investigativas, a Polícia Civil concluiu que se trata de crime de mando, caracterizado pelo pagamento para a prática de homicídio qualificado.

O crime

Renato Nery morreu aos 72 anos, atingido por disparos de arma de fogo, no dia 5 de julho de 2024, na frente de seu escritório, na Capital.

A vítima foi socorrida e submetida a uma cirurgia em um hospital privado de Cuiabá, mas morreu horas depois do procedimento médico.

Desde a ocorrência, a DHPP realizou inúmeras diligências investigativas, com levantamentos técnicos e periciais, a fim de esclarecer a execução do advogado.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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