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Versão cidadã do Orçamento 2027 traduz termos técnicos para o público

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O Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) publicou nesta quinta-feira (16) uma versão acessível do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027. Chamado de “versão cidadã”, o documento traduz termos técnicos do orçamento público para uma linguagem mais simples e direta.

O objetivo é que qualquer cidadão – independentemente de seu nível de escolaridade e de sua formação técnica – consiga entender como o uso do dinheiro público será planejado para o próximo ano.

O governo acredita que a compreensão das diretrizes do orçamento pode fortalecer a democracia, por meio do controle social das contas públicas e do cumprimento da meta fiscal para a economia brasileira.

Conteúdo inédito

O Orçamento Cidadão – PLDO 2027 explica como funciona o orçamento federal, quais são as etapas e prazos, além de detalhar metas e prioridades para os recursos disponíveis.

No lugar de planilhas, o documento conta com infográficos explicativos, glossário de termos técnicos e resumos das principais informações do PLDO 2027.

A versão cidadã do orçamento público guia o leitor por conceitos básicos de orçamento até questões estratégicas do governo federal. O documento inclui:

  • explicações sobre o funcionamento do ciclo orçamentário e suas principais leis;
  • descrição das principais funções da LDO;
  • detalhes sobre as metas fiscais e projeções macroeconômicas para os próximos anos;
  • regras de transparência, responsabilidade e gestão orçamentária;
  • informações sobre despesas com pessoal, execução provisória e reservas no orçamento;
  • apresentação das prioridades e metas do governo para 2027;
  • passo a passo de como participar da elaboração do PLDO.

O instrumento conta ainda com as projeções brasileiras para o próximo ano. São elas:

Acesse Orçamento Cidadão – PLDO 2027 aqui.

 

 



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Dólar cai para R$ 5,01 com exterior e expectativa eleitoral no Brasil

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O dólar aproximou-se de R$ 5, e a bolsa superou os 208 mil pontos nesta terça-feira (20). O desempenho positivo dos ativos brasileiros foi impulsionado pela desvalorização da moeda norte-americana no exterior, pelo fluxo de investimentos estrangeiros e pelo cenário eleitoral.

No mercado internacional, a queda do petróleo também contribuiu para o apetite por risco.

Números do dia

  • Dólar comercial: R$ 5,019 (-0,58%);
  • Dólar em outubro: queda de 3,02%;
  • Dólar em 2026: recuo acumulado de 8,56%;
  • Ibovespa: 208.295,98 pontos (+1,57%);
  • Petróleo Brent: US$ 108,79 por barril (-0,69%).

Câmbio

O dólar comercial encerrou esta terça vendido a R$ 5,019, com queda de 0,58%. Esse foi o terceiro pregão consecutivo de baixa frente ao real. Durante a sessão, a moeda chegou a se aproximar de R$ 5,00, acompanhando o movimento de desvalorização no mercado internacional.

O índice DXY, que mede o desempenho da moeda norte-americana em relação a uma cesta de seis divisas fortes, recuava cerca de 0,26% no fim da tarde. A queda refletiu, entre outros fatores, dados mais fracos do setor imobiliário dos Estados Unidos e expectativas sobre a trajetória dos juros estadunidenses.

A redução dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, conhecidos como Treasuries, também contribuiu para o movimento. Quando esses rendimentos caem, investimentos em outros mercados podem se tornar relativamente mais atraentes, favorecendo a entrada de recursos em países emergentes, como o Brasil.

No mercado doméstico, a perspectiva de entrada de capital estrangeiro na Bolsa ajudou a sustentar o real. A movimentação ocorre em meio à expectativa dos investidores sobre os desdobramentos da disputa presidencial, que também influencia a percepção de risco dos ativos brasileiros.

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão aos 208.295,98 pontos, com valorização de 1,57%. Durante a tarde, o principal índice da B3 chegou à máxima de 208.941,57 pontos, avanço de 1,88% em relação ao fechamento anterior.

O resultado levou o índice ao maior nível desde 9 de outubro. O desempenho foi favorecido pelo ingresso de recursos estrangeiros e pelo avanço de ações de empresas sensíveis às expectativas de juros e à atividade econômica.

A expectativa de condições financeiras mais favoráveis pode beneficiar empresas que dependem de crédito e consumo. Juros menores, por exemplo, tendem a reduzir o custo de financiamento e podem estimular a atividade econômica, embora os efeitos variem conforme a situação de cada companhia.

Petróleo recua

No mercado internacional, o petróleo Brent, referência para as negociações globais, fechou em queda de 0,69%, a US$ 108,79 por barril.

A baixa ocorreu em meio a notícias sobre possíveis avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã para um acordo relacionado ao conflito no Oriente Médio. A perspectiva de redução das tensões geopolíticas diminuiu parte da pressão sobre os preços do petróleo.

Como o produto afeta os custos de energia e transporte, a queda influencia as expectativas de inflação mundial. Uma redução sustentada dos preços pode aliviar pressões inflacionárias e influenciar as decisões de política monetária das principais economias.

 

* com informações da Reuters




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