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Policia Civil apreende 2 cães de estudante que gravou sexo com animal em Cuiabá

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Da Redação

 A Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), da Polícia Judiciária Civil, resgatou dois cães da raça Lhasa Apso, de propriedade do estudante, Emerson Fernandes Pedroso, indiciado por maus tratos de animais e associação criminosa. A Polícia Civil suspeita que ele seja membro de um grupo de zoófilos – pessoas que têm atração e envolvimento sexual com animais de outras espécies.

O rapaz aparece em imagens mantendo relação sexual com uma cadela. O vídeo circulou na semana passada nas redes sociais e causou revolta na sociedade e em diversas Organizações Não-Governamentais (Ongs) de proteção aos animais. O suspeito tem quatro cães, dos quais dois a Polícia Civil conseguiu resgatar. A cadela que aparece na filmagem ainda não foi encontrada.

Os dois cães apreendidos, uma fêmea e outro macho, estavam sob os cuidados de uma pessoa, amiga da família do envolvido, que após saber das diligências ininterruptas realizadas pela Polícia Civil durante todo o feriado de sexta-feira (21) e sábado, para apreender os animais, entrou em contato com os policiais para entregar os cachorros.

“Identificamos essa pessoa. Diligenciamos até o endereço dela no Pedra 90, mas não a encontramos. Ao saber que estávamos a sua procura, ela entrou em contato com os policiais e negociamos a entrega dos animais. Ela foi ouvida no sábado à noite”, explicou o delegado Gianmarco Paccola Capoani.

Os animais foram entregues, na Dema, ao delegado Gianmarco Paccola Capoani, que na quinta-feira (20), entrou com pedido de prisão temporária contra Emerson Fernandes Pedroso, ponderando na representação a repercussão social das “cenas criminosas filmadas pelo próprio indiciado e publicadas posteriormente nas redes sociais, que geraram repugnância maciça na sociedade”, inclusive extrapolando os limites locais.

“Trata-se um fato que abalou o sentimento social, e certamente, além das questões criminais aqui investigadas, é certo que deverá haver paralelamente sanções de reparação de dano extrapatrimonial ambiental”, disse o delegado.

A prisão do estudante ainda não foi decretada pelo Judiciário.

Os cães foram submetidos a exame pericial, a fim de verificar o estado de saúde deles. A autoridade policial aguarda o resultado do laudo junto a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). 

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Polícia Civil celebra com história de dedicação de servidor aposentado

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Nascido em 15 de agosto de 1936, o investigador aposentado Antônio Assunção da Silva se prepara para completar 90 anos. Uma vida longa — e, em grande parte, dedicada a servir, vestindo a missão da Polícia Civil de Mato Grosso, em uma trajetória marcada por coragem, disciplina e amor ao que fazia.

Mais do que números, sua história é feita de vínculos: oito filhos, 16 netos e oito tataranetos — uma família construída ao longo dos anos, lado a lado com a profissão que escolheu.

Conhecido como “cana dura”, pela postura firme e leal, seu Antônio fala do passado com brilho nos olhos. As lembranças vêm carregadas de um tempo em que, segundo ele, o respeito era parte da rotina. “Era um tempo muito bom. Eu gostava muito do meu trabalho. Naquele tempo, o sujeito (o infrator) respeitava a gente”, diz, com a serenidade de quem viveu intensamente cada momento.

Entre tantas histórias, uma permanece viva na memória: o dia em que entrou sozinho na casa de um magistrado, em Juína, diante de um pistoleiro armado. “Eu entrei com a arma longa e falei: ‘é a polícia, você está preso’. E ele se entregou. Aí algemei e coloquei ele na veraneio (modelo das viaturas da época)”, recorda. Um episódio que resume bem o tipo de policial que foi: firme, direto e destemido.

Natural de Poconé, seu Antônio construiu sua carreira em diferentes cidades de Mato Grosso — Cuiabá, Colíder, Peixoto de Azevedo, Sinop e Guarantã do Norte — até fixar raízes em Juína, onde também encerrou sua trajetória profissional, em 2003. Durante essa trajetória foi condecorado diversas vezes em razão do comprometimento com a instituição.

Mas a aposentadoria não o afastou daquilo que sempre fez parte de sua vida. Hoje, morando no complexo habitacional anexo à Delegacia de Juína, ele segue presente. Caminha pelos corredores, conversa com os policiais da ativa e compartilha histórias que atravessam gerações.

Ali, entre colegas e lembranças, onde é comumente chamado apenas por “Assunção”, ele ganhou um novo nome — talvez o mais simbólico de todos: “Lenda Viva”, por conta dos seus feitos, talentos e proezas notáveis, que o tornou uma pessoa icônica na instituição.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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