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Juína: Travesti é morta dentro da própria casa

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Da Redação

Um homicídio foi registrado na manhã desta quinta-feira (05) no bairro Padre Duílio, em Juína (720 km de Cuiabá).

De acordo com as informações, “Vitória” como era conhecida a travesti Denismar Santos Falcão, 25 anos, foi baleada na casa onde morava por dois indivíduos que até o momento não foram identificados. Os criminosos teriam arrombado a porta dos fundos da residência e se aproximado da vítima que estava deitada no sofá.

De acordo com vizinhos, foram ouvidos pelo menos dois disparos de arma de fogo, um deles atingiu o tórax e outro a região do braço esquerdo. Os criminosos fugiram rapidamente do local.

Uma equipe de Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada após vizinhos ouvirem os disparos e perceberem que Vitória havia sido baleada. O SAMU chegou a encaminhar a travesti para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), porém a jovem não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

A travesti de 25 anos, conhecida como “Vitória” foi assassinada na manhã desta quinta-feira (5), no bairro Padre Duílio, na cidade de Juína (720 km de Cuiabá). O nome de registro da vítima era Denismar Santos Falcão. A Polícia Militar informou que a vítima foi baleada em sua residência por dois criminosos, ainda não identificados, que arrombaram a porta dos fundos.

O corpo de Vitoria foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) onde passou por necropsia e posteriormente foi liberado para os trâmites fúnebres. A polícia investiga agora quem foram os dois homens que entraram na residência e tiraram a vida de Vitória.

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Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais

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Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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