FOI MANDANTE

Execuções Shopping: Nenê Games foi executado por supostamente ordenar assassinato, diz delegado

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Crédito Montagem omatogrosso.com

ATUALIZADA ÀS 08h05 –  O delegado Nilson Farias da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, afirmou que investigações apontam que o comerciante Gersino Rosa dos Santos, 43, o Nenê Games, foi executado por supostamente ter ordenado a execução de outra pessoa. O empresário foi morto a tiros no Shopping Popular, em Cuiabá. Cleyton de Oliveira de Souza Paulino, 27 anos, em novembro passado e que também morreu na ocasião.

Mãe e filho identificados como Jocilene Barreiro e Vanderlei Barreiro, nesta terça-feira (2), foram presos pela DHPP em Campo Grande (MS). Eles foram apontados como os supostos mandantes do crime. Segundo as informações do delegado, Nenê foi assassinado por motivos de vingança, por ter supostamente ordenado o homicídio de Girlei Silva da Silva, de 31 anos, conhecido pelo apelido de ‘Maranhão’.
Maranhão foi morto no bairro Santa Laura, em Cuiabá. Mãe e filho contrataram Silvio Júnior Peixoto, 26 anos, que invadiu o Shopping Popular para cometer o crime no dia 23 de novembro do ano passado. O atirador foi localizado em Uberlândia, Minas Gerais.
Em depoimento, ele confessou que recebeu R$ 10 mil para cometer crime.

“Dias antes, próximo ao homicídio do Nenê ele (outra vítima) teve a vida ceifada em Cuiabá. No caso o irmão e o filho dessa senhora (mandantes). Sendo assim, entenderam que ocorreu um homicídio a mando da vítima Nenê e por este motivo, por vingança, optaram por contratar esse pistoleiro”, disse o delegado.
Cleyton, que era funcionário de outro box, acabou sendo atingido pelos tiros por estar na frente de Nenê. Ele também morreu no estabelecimento.
“Devido à escolha do armamento utilizado, acabou atingindo duas vítimas em uma única ação. Então a partir desse momento eles (mãe e filho) serão encaminhados para audiência de custódia”, ressaltou.

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Polícia Civil de MT participa de operação nacional contra conteúdos digitais de violência extrema

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A Polícia Civil de Mato Grosso participa, na manhã desta quinta-feira (16.4), da Operação Bulwark, deflagrada em 18 estados da federação, sob a coordenação nacional pelo Ministério da Justiça e Segurança Publica, no âmbito da Operação Escola Segura, com foco na repressão a conteúdos digitais relacionados à violência extrema e ao discurso de ódio.

A operação cumpre ordens judiciais nos estados de Mato Grosso (MT), Minas Gerais (MG), Pará (PA), São Paulo (SP), Santa Catarina (SC), Rio de Janeiro (RJ), Ceará (CE), Paraná (PR), Alagoas (AL), Piauí (PI), Goiás (GO), Maranhão (MA), Acre (AC), Bahia (BA), Pernambuco (PE), Amazonas (AM) e Rio Grande do Sul (RS).

Em Mato Grosso, a operação conta com a atuação da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), que cumpre um mandado de busca e apreensão no município de Cáceres.

As investigações foram conduzidas pelas próprias Polícias Civis estaduais, que analisaram informações recebidas, realizaram diligências, representaram pelas medidas cabíveis e cumpriram mandados de busca e apreensão, evidenciando o protagonismo das instituições na prevenção e repressão de ameaças no ambiente digital.

A operação teve como foco a repressão a crimes relacionados a atos extremistas, com destaque para manifestações associadas ao extremismo violento niilista , à exploração sexual de crianças e adolescentes e ao compartilhamento desses conteúdos na internet, com especial atenção à proteção de públicos vulneráveis e à prevenção de possíveis ataques em ambiente escolar.

Além das medidas judiciais, a atuação das Polícias Civis incluiu ações policiais diversas de intervenção cautelar, como diligências, abordagens, oitivas, intimações e apreensões consentidas, realizadas de forma preventiva e estratégica.

A ação também incluiu medidas coordenadas para moderação de conteúdo, com vistas à remoção de materiais ilícitos, bem como a desativação de perfis e grupos em redes sociais e aplicativos de mensageria.

Operação Bulwark

A operção integra esforços contínuos das Polícias Civis, em articulação com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para o enfrentamento de ameaças digitais com potencial de impacto no mundo real.

O nome “Bulwark”, que significa “baluarte” ou “linha de defesa”, simboliza a atuação firme e coordenada das forças de segurança pública na proteção da sociedade e na contenção de riscos no ambiente digital.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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