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Condenado por matar esposa há 9 anos em MT é preso suspeito de assassinar estudante de direito

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Universitária foi morta na casa que ela comprou para dar de presente para a mãe dela. Suspeito foi condenado por matar a mulher dele em 2008, em Cuiabá.

Da Redação

Um homem de 34 anos foi preso suspeito de matar a ex dele, na manhã deste sábado (20) no Bairro Serra Dourada, em Cuiabá. De acordo com a delegada Juliana Chiquito Palhares, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a vítima, identificada como Dineia Batista Rosa, de 35 anos, foi espancada, teve o rosto desfigurado e acabou estrangulada pelo ex.

O suspeito foi identificado como Welington Fabrício de Amorim Couto. Segundo a polícia, ele já havia sido condenado a 17 anos de prisão pela morte da ex-mulher, em 2008, também em Cuiabá. Ele foi preso por policiais militares no final da tarde e foi encaminhado para a DHPP, na capital.

O G1 tentou e não conseguiu contato com a família da vítima. O crime ocorreu em uma casa que a vítima havia comprado há uma semana. A residência de três peças, ainda sem móveis, seria um presente do Dia das Mães para a mãe de Dineia.

Ela estava no local para fazer uma limpeza, quando o Welington arrombou a casa e a matou. Vizinhos ouviram gritos e chamaram a polícia, no entanto, a vítima já estava morta. O filho dela, de 8 anos, presenciou o crime e foi ameaçado pelo suspeito.

Dineia Batista Rosa foi assassinada na manhã deste sábado em Cuiabá

“Eles tinham um relacionamento há dois anos e, segundo a família, ela queria terminar e ele não estava aceitando. Welington invadiu a casa e a atacou. Ela sofreu golpes e murros. Ele, possivelmente, usou um tijolo [para golpeá-la]. Depois, usou um fio de energia elétrica e a estrangulou”, comentou a delegada ao G1.

Os policiais suspeitam que a vítima tenha morrido por asfixia mecânica ou tramatismo craniano. Um laudo oficial deve apontar as causas da morte da vítima. Conforme a DHPP, Dineia cursava direito em uma faculdade e era estagiária do Fórum de Várzea Grande.

O corpo da vítima foi encontrado no banheiro da residência. Segundo o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Welington teve progressão de regime e cumpria a pena em semiaberto desde 2013, sendo monitorado por tornozeleira eletrônica. No final de abril deste ano, o acusado foi para uma audiência admonitória. Na audiência ele conseguiu ter a pena convertida para regime domiciliar, sem a necessidade do uso de tornozeleira.

De acordo com a DHPP, existem diversos boletins de ocorrência por violência doméstica contra Welington.

Crime em 2008
Welington foi condenado em janeiro de 2011, pela morte da ex-mulher, Danevimar da Silva Dias, de 23 anos. O crime ocorreu em 2008 no residencial São Carlos, em Cuiabá. Naquela ocasião a vítima foi estrangulada com um fio elétrico e mutilada. Danevimar teve um dos seios mutilados.

Fonte: G1

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Polícia Civil celebra com história de dedicação de servidor aposentado

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Nascido em 15 de agosto de 1936, o investigador aposentado Antônio Assunção da Silva se prepara para completar 90 anos. Uma vida longa — e, em grande parte, dedicada a servir, vestindo a missão da Polícia Civil de Mato Grosso, em uma trajetória marcada por coragem, disciplina e amor ao que fazia.

Mais do que números, sua história é feita de vínculos: oito filhos, 16 netos e oito tataranetos — uma família construída ao longo dos anos, lado a lado com a profissão que escolheu.

Conhecido como “cana dura”, pela postura firme e leal, seu Antônio fala do passado com brilho nos olhos. As lembranças vêm carregadas de um tempo em que, segundo ele, o respeito era parte da rotina. “Era um tempo muito bom. Eu gostava muito do meu trabalho. Naquele tempo, o sujeito (o infrator) respeitava a gente”, diz, com a serenidade de quem viveu intensamente cada momento.

Entre tantas histórias, uma permanece viva na memória: o dia em que entrou sozinho na casa de um magistrado, em Juína, diante de um pistoleiro armado. “Eu entrei com a arma longa e falei: ‘é a polícia, você está preso’. E ele se entregou. Aí algemei e coloquei ele na veraneio (modelo das viaturas da época)”, recorda. Um episódio que resume bem o tipo de policial que foi: firme, direto e destemido.

Natural de Poconé, seu Antônio construiu sua carreira em diferentes cidades de Mato Grosso — Cuiabá, Colíder, Peixoto de Azevedo, Sinop e Guarantã do Norte — até fixar raízes em Juína, onde também encerrou sua trajetória profissional, em 2003. Durante essa trajetória foi condecorado diversas vezes em razão do comprometimento com a instituição.

Mas a aposentadoria não o afastou daquilo que sempre fez parte de sua vida. Hoje, morando no complexo habitacional anexo à Delegacia de Juína, ele segue presente. Caminha pelos corredores, conversa com os policiais da ativa e compartilha histórias que atravessam gerações.

Ali, entre colegas e lembranças, onde é comumente chamado apenas por “Assunção”, ele ganhou um novo nome — talvez o mais simbólico de todos: “Lenda Viva”, por conta dos seus feitos, talentos e proezas notáveis, que o tornou uma pessoa icônica na instituição.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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