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Campo Novo do Parecis: Garota de Programa é obrigada a tomar vinagre com sabão após ser acusada de furto

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Da Redação

Uma mulher que trabalha como garota de programa foi obrigada pela agenciadora (cafetina) a beber água com sabão e vinagre. O caso aconteceu em Campo Novo do Parecis (394 km de Cuiabá), na última terça-feira (10).

A garota de programa foi até a polícia para denunciar o caso, a agenciadora identificada apenas como Patrícia não foi localizada até o momento pela polícia.

Segundo a vítima, Patricia teria a acusado de furtar um aparelho de celular, após a acusação a mulher teria a agredido com um pedaço de madeira e praticado tortura contra a garota de programa.

Ainda de acordo com a vítima, as agressões são comuns no local, disse ainda que Patricia teria a ameaçado de morte e em posse de uma faca teria lhe obrigado a tomar uma mistura de sabão com vinagre.

A garota de programa conseguiu fugir do local e procurou ajuda, no momento em que foi até a delegacia, foi constatado que a mesma possuía inúmeros ferimentos pelo corpo.

A polícia investiga o caso e até o momento não fez a detenção da agenciadora envolvida no caso.

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Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais

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Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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