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Alta Floresta: Casa noturna é fechada e cinco mulher são presas após abordagem da PM
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Da Redação
A Polícia Militar (PM) d e Alta Floresta (803 km de Cuiabá) prendeu cinco mulheres acusadas de manter pessoas em condição análoga à escravidão e favorecimento a prostituição. A prisão aconteceu após uma vistoria em uma casa noturna, na tarde desta segunda-feira (09).
De acordo com a polícia, o local apresentava condições sub-humanas e insalubre, o que ajudou a caracterizar os crimes. A polícia chegou até o local enquanto fazia rondas pelo bairro Setor F e avistou uma grande aglomeração de pessoas em frente ao estabelecimento.
Após chegarem no local os policiais abordaram uma suspeita identificada como J.S.C., 26 anos, de acordo com os policiais ela carregava no bolso R$ 3.307,00, após ser questionada a mesma informou que parte do dinheiro seria usada para fazer o pagamento do aluguel do bar, já em relação a outra parte do dinheiro a suspeita afirmou ter recebido do marido que trabalha em um garimpo.
Na continuidade dos trabalhos, os policiais abordaram uma segunda mulher identificada como T.T.S., 26 anos, que também tinha dinheiro nos bolsos e se identificou como proprietária do estabelecimento. Uma terceira mulher também foi abordada, identificada como D.N.S., 25 anos, tinha consigo um cigarro de substância análoga a maconha.
A gerente do bar identificada como V.R.S.S., 42 anos, afirmou aos policiais que não recebia mulheres que fazem uso de entorpecentes, além disso alegou ter mandado uma das garotas embora por conta do uso de drogas.
Os policiais ainda foram desacatados por uma quinta envolvida identificada como G.I.C., 18 anos que proferiu palavras de baixo calão a equipe de policiais que estava fazendo o atendimento da ocorrência.
As cinco envolvidas foram encaminhadas até a delegacia onde foi lavrado o Boletim de Ocorrência e posteriormente foram apresentadas ao delegado plantonista onde foram tomadas as medidas cabíveis.
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Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais
Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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