Polícia Federal
Projeto aprovado em comissão permite que motorista com CNH tipo B dirija carros elétricos de até 4.250 kg
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A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza motoristas com carteira de habilitação na categoria B a dirigirem veículos elétricos de até 4.250 kg. Hoje, o Código de Trânsito Brasileiro permite que esses motoristas dirijam veículos de até 3.500 kg.
A medida se aplica a veículos com propulsão elétrica ou híbrida e tração predominantemente elétrica. Outros critérios poderão ser definidos em regulamento pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
Peso das baterias
A comissão aprovou o Projeto de Lei 305/25, do deputado Pedro Aihara (PRD-MG), com emendas do relator, deputado Hugo Leal (PSD-RJ).
Aihara afirma que o objetivo é compensar o peso extra das baterias nesses modelos, que costumam ser mais pesados que os carros a combustão.
As categorias da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) variam, de A a E, conforme o tipo do veículo, seu peso e a quantidade de passageiros.
Híbridos
As emendas do relator, além de alterarem a redação do projeto, incluíram no texto os veículos híbridos com tração predominantemente elétrica.
“A própria justificação do projeto menciona que veículos elétricos e híbridos superarão os movidos à combustão até 2030, demonstrando que ambas as tecnologias merecem tratamento isonômico”, disse Leal.
Próximas etapas
O projeto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.
Reportagem – Murilo Souza
Edição – Natalia Doederlein
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Vacinação contra a influenza chega às escolas para ampliar proteção dos estudantes
Além das ações de conscientização, a equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa também aproveitou a presença dos estudantes na escola para levar a vacinação contra a influenza. A ação foi realizada nos dois períodos, atendendo os alunos do Colégio Estadual Elmaz Gattas que tinham autorização dos pais ou responsáveis para receber a vacina.
Ao todo, foram administradas mais de 170 doses da vacina contra a influenza, facilitando o acesso dos adolescentes à imunização e aproximando ainda mais a unidade de saúde da comunidade escolar.
Para o gerente da unidade, Emerson Duarte, ações como essa são importantes não apenas para ampliar a cobertura vacinal, mas também para fortalecer o vínculo entre a saúde e a escola.
“A vacinação é uma forma de prevenção e proteção. Quando conseguimos levar esse serviço para dentro da escola, facilitamos o acesso dos alunos e também aproximamos a equipe de saúde da comunidade escolar. É um trabalho que ajuda a cuidar dos nossos jovens e de toda a comunidade”, destacou.
E, apesar de ser um procedimento rápido, a aplicação da vacina também rendeu momentos de descontração. Alguns alunos chegaram ansiosos e até com medo da agulha. O nervosismo acabou virando motivo de brincadeiras e risadas entre os colegas e a equipe, deixando o ambiente mais leve.
Entre uma brincadeira e outra, os estudantes encararam a tão temida picadinha e saíram imunizados.
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