Política
Max Russi admite possibilidade de disputar o Governo de Mato Grosso após incentivo de lideranças
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Agostinho
Da Redação
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), admitiu que passou a refletir sobre a possibilidade de disputar o Governo do Estado nas eleições de 2026. A declaração foi feita após receber manifestações de apoio de importantes lideranças políticas.
Segundo Max Russi, seu projeto inicial continua sendo a reeleição para a Assembleia Legislativa. No entanto, ele afirmou que o incentivo recebido do ex-governador e senador Jayme Campos, da deputada estadual Janaína Riva e de outras lideranças políticas o levou a analisar um novo cenário.
“Não era esse o meu projeto. O meu projeto é a eleição para a Assembleia Legislativa. Mas, quando vem um ex-governador, um senador como Jayme Campos, uma deputada atuante como a Janaína e outros líderes, isso realmente chama você para uma reflexão e uma análise”, afirmou.
Apesar da sinalização, Max reforçou que permanece concentrado na construção de sua candidatura à reeleição, destacando que esse continua sendo o entendimento da maioria do seu grupo político.
“Estamos focados em construir o nosso projeto para a Assembleia Legislativa. Esse é o projeto da maioria do nosso grupo político. Temos procurado conversar e ouvir as pessoas”, declarou.
O parlamentar também avaliou que a recente convenção partidária alterou o cenário político estadual e pode provocar mudanças nas articulações para a disputa de 2026.
“Essa convenção foi bastante tensa e isso pode mudar um pouco o xadrez político do Estado”, concluiu.
A declaração reforça as especulações de que Max Russi poderá surgir como uma alternativa do Podemos na disputa pelo Palácio Paiaguás.
Veja vídeo:
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Sancionada lei que destina emendas da saúde a bombeiros militares
O serviço de atendimento pré-hospitalar prestado pelos bombeiros militares dos Estados e do DF poderá receber verbas de emendas parlamentares voltadas à saúde. É o que estabelece a Lei Complementar 234, de 2026, sancionada e publicada no Diário Oficial da União (DOU), desta sexta-feira (7).
Para receber os recursos, segundo a nova lei, será obrigatório o cumprimento de requisitos a serem definidos pelo Poder Executivo. Além disso, as despesas precisarão ser aprovadas pelo Ministério da Saúde.
A lei proíbe o uso dessas emendas para pagamento de salários ou de aposentadorias de bombeiros militares, assim como para qualquer custeio ou investimento que não seja relativo ao atendimento pré-hospitalar.
Com origem no Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2021, de autoria do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), a matéria foi aprovada no Senado em julho deste ano, com parecer favorável do senador Nelsinho Trad (PSD-MS).
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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