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PF recupera parte dos computadores furtados do Instituto Federal de Santa Catarina

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Florianópolis/SC. A Polícia Federal recuperou, nesta quinta-feira (12/2), em Belo Horizonte/MG, parte dos 11 computadores furtados do Campus São José do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), subtraídos na noite de 8/3/2025. O prejuízo estimado inicialmente ultrapassava R$ 30 mil.

A recuperação deu-se a partir da deflagração da Operação Relego, que investiga a atuação de um grupo especializado no furto, no transporte e na revenda de equipamentos da instituição.

No andamento das apurações, a PF identificou que os computadores foram distribuídos para outros estados, o que exigiu articulação interestadual para o rastreamento e para a recuperação do patrimônio público.

As investigações identificaram três suspeitos como autores do furto: uma mulher e dois homens, todos de nacionalidade estrangeira. As diligências relativas à receptação seguem em andamento, com foco na rota dos equipamentos e na possível identificação de novas ramificações do esquema criminoso.

A ação policial desta manhã decorreu de representação da Polícia Federal para busca e apreensão após aprofundamento das investigações e autorização pelo Judiciário, o que viabilizou a obtenção de novas provas e a reconstituição da dinâmica do crime.

Comunicação Social da Polícia Federal em Santa Catarina
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Fonte: Polícia Federal



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Mauro minimiza fidelidade partidária e defende apoio a Pivetta: “Melhor trair o partido do que trair o povo”

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O ex-governador e candidato ao Senado Mauro Mendes (União) minimizou a importância da fidelidade partidária e saiu em defesa de prefeitos e lideranças que decidiram apoiar a candidatura à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), mesmo pertencendo a partidos que oficialmente possuem outros projetos eleitorais.

Ao comentar as recentes dissidências partidárias registradas em Mato Grosso, Mauro afirmou que, na sua avaliação, o compromisso de um gestor deve estar voltado prioritariamente à população e não às determinações das legendas.

“É melhor trair o partido do que trair o povo. A nossa fidelidade é à nossa esposa, à nossa família, a Deus e ao povo. Partidos políticos no Brasil não representam muita coisa na cabeça do eleitor”, declarou.

A declaração ocorre em meio a uma série de apoios cruzados na disputa pelo Governo de Mato Grosso. Nos últimos dias, prefeitos filiados ao PL, partido do candidato Wellington Fagundes, declararam apoio à reeleição de Pivetta. Um dos casos de maior repercussão foi o do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, que acabou destituído da presidência municipal da legenda após romper com a orientação partidária.

Mais recentemente, a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), também anunciou apoio a Pivetta, contrariando a candidatura oficial do próprio partido ao Governo. Mauro usou o episódio para reforçar o argumento de que as alianças políticas não devem ser analisadas apenas pela sigla à qual cada liderança é filiada.

Segundo Mauro, o eleitor tende a observar mais a trajetória e o histórico dos candidatos do que o partido ao qual estão vinculados. O ex-governador comparou a escolha de um político a uma contratação profissional, defendendo que o currículo e os resultados apresentados devem ter peso maior na decisão.

“Você quer conhecer as pessoas, o candidato, o que ele fez, o que ele pode fazer e continuar fazendo”, afirmou.

Mauro também destacou que o apoio a Pivetta não está restrito a lideranças do União Brasil e do Republicanos, citando a adesão de políticos filiados a diferentes partidos. Segundo ele, mais de 130 prefeitos já estariam alinhados ao projeto político do governador. A informação foi apresentada pelo próprio candidato durante a entrevista.



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