Polícia Federal
Assembleia Legislativa aprova 25 projetos de lei, seis deles voltados à saúde
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A Ordem do Dia da sessão ordinária desta quarta-feira (26), da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), foi marcada pela aprovação 25 projetos de lei. Entre as matérias apreciadas, seis são voltadas à área da saúde e tratam de políticas públicas destinadas a diferentes segmentos da população.
Entre as propostas aprovadas está o Projeto de Lei nº 1.451/2024, em segunda votação, que institui a Política Estadual de Atendimento aos Indivíduos com Cefaleias Primárias. A iniciativa busca estabelecer diretrizes para o atendimento de pessoas que convivem com dores de cabeça recorrentes e outros tipos de cefaleias primárias.
Na justificativa, o projeto destaca o direito do cidadão ao atendimento de saúde especializado e de qualidade. “A capacitação dos profissionais de saúde, a criação de centros de referência e a promoção de campanhas educativas são essenciais para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e reduzir os custos”, diz trecho do projeto.
Também em segunda votação o Projeto de Lei nº 1.348/2025, que dispõe sobre a distribuição gratuita de análogos de insulina aos pacientes com diabetes no Estado, inscritos em programa de educação para diabéticos, para promover a adesão ao tratamento e o autocuidado.
Na área da saúde da mulher, o Projeto de Lei nº 885/2025 institui a Política Estadual de Fisioterapia Obstétrica no âmbito da rede pública de saúde de Mato Grosso.
Outro projeto aprovado, o PL nº 910/2025, estabelece protocolo de atendimento direto a pacientes oncológicos nos hospitais da rede pública estadual, inclusive aqueles que estejam em fase de acompanhamento ou remissão.
Nesta sessão também foram aprovadas duas matérias relacionadas ao Transtorno do Espectro Autista (TEA). O Projeto de Lei nº 1.071/2025 altera e acrescenta dispositivos à Lei nº 10.791, de 28 de dezembro de 2018, que trata da oferta, na rede pública de saúde, de exames e avaliação para o diagnóstico precoce do autismo, além do tratamento e do apoio aos familiares.
Já o Projeto de Lei nº 257/2026 institui o Programa de Proteção Sensorial para Pessoas com Transtorno do Espectro Autista – PROTEA-MT, para assegurar a acessibilidade sensorial e a prevenção de crises em pessoas com hipersensibilidade auditiva, por meio do fornecimento gratuito de abafadores sensoriais, os protetores auriculares tipo concha.
Empreender – Além das propostas na área da saúde, os parlamentares aprovaram o Projeto de Lei nº 263/2026, que institui o Programa Estadual de Empreendedorismo Científico e Transferência Tecnológica – “Ciência que Empreende”. Dentre os objetivos visa estimular o empreendedorismo científico e tecnológico nas instituições de ensino superior, institutos de pesquisa e centros de inovação.
Fonte: ALMT – MT
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Após ser alvo de operação, Hugo Garcia nega desvios e aponta disputa interna em instituto
O candidato a deputado estadual Hugo Henrique Garcia (PSDB) negou ter cometido irregularidades durante sua passagem pela presidência do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT). Alvo da Operação Mandato Espúrio, deflagrada pela Polícia Civil, Hugo divulgou nota afirmando que as movimentações financeiras investigadas estavam relacionadas a pagamentos de serviços regularmente contratados pela entidade.
Segundo o candidato, sua atuação como presidente se limitava à autorização de pagamentos previstos em contratos firmados pelo instituto, com respaldo documental e fiscal. Hugo também sustentou que os serviços foram efetivamente prestados e destacou que, conforme sua versão, nenhuma das transferências investigadas teve ele como destinatário.
A operação foi deflagrada nesta terça-feira (25) para apurar supostas irregularidades na gestão do IMAFIR-MT, envolvendo movimentações que ultrapassam R$ 1 milhão. Entre as transações sob investigação estão uma transferência de aproximadamente R$ 774 mil, destinada, segundo a apuração, a uma conta pessoal e a uma empresa ligada ao então diretor executivo do instituto, além de outra movimentação de R$ 270 mil para um escritório de advocacia.
Em sua defesa, Hugo afirmou ainda que o caso tem origem em uma disputa interna pela representação legal do instituto. Segundo ele, adversários estariam levando para a esfera criminal uma discussão que, em sua avaliação, deveria ser resolvida na Justiça Cível.
“Ao que tudo indica, os adversários de Hugo se valem indevidamente da seara criminal para resolver questão que deveria ser dirimida no âmbito cível”, diz trecho da nota divulgada pelo candidato. Hugo afirmou que irá colaborar com as investigações e disse confiar que a apuração demonstrará a regularidade de sua conduta.
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