Opinião
PL avalia expulsão de Flávia Moretti após denúncias em Várzea Grande
Opinião
Conforme informações do site NOVEEN, o presidente estadual do Partido Liberal (PL), Ananias Filho, afirmou que o partido está analisando as denúncias envolvendo a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti. O caso já foi encaminhado ao setor jurídico da sigla.
A declaração foi feita nesta quarta-feira (6), durante entrevista a uma rádio da capital. Segundo Ananias, o partido trata o assunto com cautela, mas acompanha de perto a situação.
As denúncias citadas envolvem possíveis irregularidades no Departamento de Água e Esgoto (DAE), além de suspeitas relacionadas à articulação política dentro da Câmara Municipal.
De acordo com o dirigente, todas as informações passam por análise técnica antes de qualquer posicionamento. Ele reforçou que o partido evita decisões precipitadas, mas não descarta medidas caso haja comprovação.
“Todas as denúncias que chegam ao partido são encaminhadas ao jurídico. Se forem confirmadas, o PL pode expulsar a prefeita Flávia Moretti”, afirmou.
O caso segue em avaliação interna e ainda não há definição sobre possíveis desdobramentos.
Opinião
Justiça autoriza inquérito para apurar gestão do DAE em VG
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso autorizou a instauração de inquérito policial para investigar a prefeita de Várzea Grande, Flávia Petersen Moretti, por possíveis irregularidades na gestão do Departamento de Água e Esgoto (DAE/VG).
A decisão é do desembargador Orlando de Almeida Perri e atende a pedido do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal. A investigação apura indícios de crimes contra a administração pública, como peculato, fraude administrativa e possível manipulação indevida de sistemas públicos.
As suspeitas surgiram a partir de investigação preliminar conduzida pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção, após denúncia de um perito contratado pelo DAE para auditoria técnica. O relatório apontou inconsistências nos sistemas da autarquia, incluindo divergências em backups, falhas em dados de faturamento e registros anômalos de corte e religação de água, levantando a hipótese de “ligações fantasmas” e possível desvio de recursos públicos.
O documento também menciona a existência de pagamentos irregulares, inconsistências no Plano de Cargos, Carreiras e Salários e até possível acesso indevido a informações sigilosas relacionadas a investigações em andamento.
Ainda conforme os autos, apurações internas teriam sido interrompidas após mudanças na gestão do órgão, além de relatos de exonerações em massa, promoção de servidor investigado e supostas ameaças e intimidações dentro da autarquia.
Há também referência a registros de áudio indicando que a prefeita teria conhecimento das irregularidades apontadas.
Com a decisão, o caso será aprofundado pela autoridade policial vinculada ao NACO, que deverá realizar diligências como perícias técnicas, análise de documentos, extração de dados de sistemas e oitivas de envolvidos.
A investigação tramita sob sigilo.
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