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Projeto “Vivências que Encantam” promove atividades lúdicas e estimula o desenvolvimento das crianças

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O Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Professor Leuby Corrêa da Costa Barros adotou o projeto “Vivências que Encantam”, iniciativa que vem transformando a rotina pedagógica das crianças por meio da interatividade e do movimento corporal. Desenvolvido em parceria com a Superintendência de Esporte, o projeto promove, a cada 15 dias, momentos voltados a atividades recreativas, orientadas e estimuladas por profissionais de Educação Física, ampliando as experiências de aprendizagem no ambiente escolar.

A diretora da unidade infantil, Berenice do Espírito Santo, destacou que a iniciativa utiliza o brincar lúdico como ferramenta para o desenvolvimento integral na primeira infância. Sob a supervisão dos profissionais de Educação Física, as crianças participam de circuitos psicomotores, jogos cooperativos e brincadeiras que funcionam como estímulos estruturados para o desenvolvimento de diferentes habilidades.

“Ao participarem de jogos coletivos e dinâmicas interativas, as crianças exercitam habilidades socioemocionais indispensáveis, como a empatia, o respeito às regras, a cooperação e o espírito de equipe”, destacou.

A diretora reforça que um dos grandes diferenciais do projeto está no impacto social e emocional gerado dentro e fora da sala de aula.

“Durante a interatividade, o ambiente escolar se torna mais acolhedor e as crianças acabam se soltando mais, de forma saudável. Durante as brincadeiras, elas se ajudam e trabalham em equipe, o que é muito importante”, afirmou.

Berenice ressaltou ainda que o projeto “Vivências que Encantam” está fundamentado na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que reconhece as interações e as brincadeiras como eixos estruturantes das aprendizagens e do desenvolvimento infantil.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Prefeitura não renova contrato com associação presidida por Adevair em meio à disputa pela Câmara

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A Prefeitura de Cuiabá decidiu não renovar o contrato com a Associação dos Servidores Públicos do Município (Aspe), entidade presidida pelo vereador Adevair Cabral (Solidariedade). A medida foi anunciada nesta quinta-feira (1º), em meio à disputa pela Presidência da Câmara Municipal.

A decisão ocorre seis dias depois de Adevair integrar oficialmente o grupo liderado pelo vereador Ilde Taques (Podemos), que disputa o comando do Legislativo. O parlamentar também foi escolhido para concorrer ao cargo de 1º secretário na chapa de Ilde.

Segundo a Prefeitura, porém, a não renovação do contrato não tem relação com a movimentação política de Adevair. Em comunicado, o Executivo apontou como motivo o descumprimento de uma obrigação prevista no contrato firmado com a entidade por meio do Credenciamento nº 003/2025.

De acordo com a administração municipal, a associação deixou de repassar 1% da arrecadação ao Fundo de Capacitação do Servidor, obrigação prevista no acordo. A pendência também teria impedido a entidade de obter a certidão necessária para comprovar o cumprimento da exigência.

O secretário-adjunto de Gestão, Jairo Pereira Rocha, informou que a associação deverá ser formalmente comunicada sobre a decisão. A Prefeitura não apresentou, na manifestação divulgada, qualquer relação entre a medida administrativa e o posicionamento político adotado por Adevair na eleição da Mesa Diretora.

Disputa pela Mesa

A movimentação ocorre na reta final da eleição para o comando da Câmara de Cuiabá. O grupo de Ilde afirma contar atualmente com 15 dos 27 vereadores e tem Adevair entre os integrantes da composição.

Adevair passou a integrar o bloco de Ilde depois de deixar a articulação que vinha sendo formada em torno de outros nomes para a Mesa Diretora. Com a mudança, o vereador ganhou espaço na composição e passou a ser cotado para ocupar a 1ª Secretaria.

A eleição para definir o presidente e os demais integrantes da Mesa Diretora está marcada para a próxima terça-feira (6). Até o momento, a Prefeitura sustenta que a decisão envolvendo a Aspe foi tomada exclusivamente em razão das pendências contratuais apontadas pela administração.



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