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Trincheira do Tijucal será interditada para restauração a partir desta segunda-feira (26)

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Da Redação

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) fará a interdição da trincheira do Complexo Viário do Tijucal, em Cuiabá, para restauração de alguns trechos que apresentaram falhas na estrutura, posteriores à entrega da obra. A interdição começa nesta segunda-feira (26.10) e a previsão para conclusão dos serviços é de 30 dias.

Em razão disso, a Sinfra orienta que os motoristas fiquem atentos, evitem transitar por esse trecho e busquem rotas alternativas como uma forma de prevenir eventuais problemas e transtornos. A trincheira do Complexo Viário do Tijucal possui 740 metros de extensão e interliga a BR-364 até a Avenida Archimedes Pereira Lima, na Capital.

De acordo com o secretário-adjunto de Obras Especiais da Sinfra, Isaac Nascimento, o  projeto de restauração que será executado teve sua elaboração iniciada ainda no ano de 2019 e foi concluído em setembro – e é resultado de um amplo esforço para identificar as causas de patologias relativas à umidade excessiva do solo e as soluções de engenharia aplicáveis.

Além desse diagnóstico de engenharia, ainda segundo o adjunto, embaraços jurídicos e administrativos existentes desde o ano de 2017, quando a trincheira foi liberada para o tráfego de veículos,  impediam a retomada e conclusão em definitivo da obra e quase levaram ao rompimento do contrato com a empresa executora. 

“Após esforço para dirimir todas as divergências, houve acordo entre a contratada e o Estado, sendo celebrado novo aditivo de prazo ao contrato. A expectativa agora é de conclusão dos serviços em 30  dias após a emissão da ordem de retomada dos serviços”, esclareceu Isaac Nascimento.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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