Economia
Prefeitura de Sinop realiza mais de 450 atendimentos durante mutirão nos CRAS
Economia
O mutirão teve como objetivo ampliar o acesso das famílias aos serviços públicos e facilitar a atualização de informações necessárias para a manutenção dos benefícios sociais. As equipes ofereceram atualização e inclusão no Cadastro Único, pesagem dos beneficiários do Bolsa Família, vacinação, orientações do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e palestra voltada às famílias atendidas pelo programa.
Um dos principais serviços do mutirão foi a atualização do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), instrumento utilizado para identificar famílias de baixa renda e facilitar o acesso a diferentes políticas públicas. A atualização das informações é necessária para que os dados das famílias permaneçam de acordo com a realidade e para evitar problemas no acesso aos programas sociais.
A base do Cadastro Único é utilizada por programas como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Tarifa Social de Energia Elétrica, Tarifa Social de Telefonia, Benefício de Prestação Continuada (BPC), aposentadoria para segurados facultativos de baixa renda, Carteira da Pessoa Idosa, isenção de taxas de concursos públicos, cursos profissionalizantes e outros programas complementares.
Podem fazer o Cadastro Único famílias com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa ou renda mensal total de até três salários mínimos. Para o cadastro ou atualização, é necessário apresentar os documentos de todas as pessoas que residem na mesma casa. O atendimento ocorre no CRAS responsável pelo território de residência da família.
A Secretaria de Assistência Social orienta que os quatro CRAS de Sinop seguem com atendimento regular de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h, para que os beneficiários possam atualizar o cadastro. O CRAS Boa Esperança fica na Rua Benedita Nogueira, s/n, Jardim Boa Esperança; o CRAS Palmeiras está localizado na Rua das Dracenas, nº 1.512, Jardim das Violetas; o CRAS Paulista fica na Rua da Aclimação, nº 761, Jardim Paulista; e o CRAS Menino Jesus está na Avenida Geraldo Egídio Ferrari, nº 287, bairro Menino Jesus I.
Economia
Governo pretende realocar R$ 20 bilhões no Orçamento de 2027
A equipe econômica pretende remanejar cerca de R$ 20 bilhões no Orçamento de 2027 para acomodar medidas de estímulo econômico anunciadas recentemente, informou nesta segunda-feira (19) o Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO).

Em nota oficial, a pasta destacou que o valor representa pouco mais de 1% das despesas primárias sujeitas ao limite de gastos. Segundo a nota, a realocação será feita sem elevar o teto de despesas nem alterar a meta de resultado primário.
A proposta de alteração do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 será encaminhada ao Congresso Nacional assim que for designado o relator do projeto.
Como será o ajuste
De acordo com informações divulgadas pelo governo, parte dos custos das medidas poderá ser absorvida por revisões nas estimativas de despesas obrigatórias. Outros R$ 20 bilhões serão remanejados entre áreas da administração federal para acomodar os gastos previstos.
O objetivo é incluir as iniciativas no orçamento sem ultrapassar o limite de despesas estabelecido pelo arcabouço fiscal, que restringe o aumento dos gastos a 2,5% acima da inflação no ano anterior.
O ministério não detalhou, na nota, quais despesas serão reduzidas ou quais áreas terão recursos remanejados.
Meta de superávit
Segundo o Planejamento, o resultado primário, que corresponde à diferença entre receitas e despesas do governo antes do pagamento dos juros da dívida, também deverá respeitar a meta prevista.
O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027 estabelece meta de superávit de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), com tolerância de 0,25 ponto percentual para cima ou para baixo.
O governo reafirmou que pretende retomar os superávits primários para os anos seguintes. O indicador é considerado importante para a trajetória da dívida pública, embora não represente, isoladamente, uma redução automática do endividamento.
Na nota, a pasta declarou que o compromisso com o equilíbrio fiscal deve caminhar junto à manutenção de políticas públicas e à melhoria da qualidade do gasto. O ministério também afirmou que o saldo primário melhorou cerca de dois pontos percentuais do PIB desde 2023.
A proposta de remanejamento ainda precisará ser encaminhada ao Congresso, onde será discutida no processo de análise do Orçamento de 2027.
Medidas e impactos
Entre as iniciativas citadas em levantamentos sobre os gastos previstos para 2027 estão mudanças em programas sociais, ampliação de benefícios educacionais, renegociação de dívidas e medidas de apoio a pequenos empreendedores.
Estimativas apresentadas pelo jornal Valor Econômico apontam que o conjunto de propostas pode ter impacto de R$ 53,6 bilhões em 2027, sendo R$ 45,7 bilhões em aumento de despesas e R$ 7,9 bilhões em redução de receitas. Esse total, porém, reúne ações de naturezas diferentes, com fontes de financiamento e prazos de execução distintos.
O ministério, no entanto, contestou a soma indiscriminada dessas iniciativas. Segundo a nota, as análises precisam distinguir políticas financiadas com recursos privados, operações de crédito de bancos públicos e despesas efetivamente custeadas pelo Orçamento federal.
“Iniciativas de naturezas distintas, com diferentes fontes de financiamento e períodos de execução, não podem ser somadas indiscriminadamente”, afirmou a pasta.
Crise internacional
O Ministério do Planejamento argumentou que parte das medidas responde a crises internacionais, à alta dos combustíveis e aos efeitos de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.
A pasta também defendeu ações voltadas à proteção social, ao acesso à moradia, à educação, ao transporte público e ao apoio a pequenos empreendedores. Segundo o órgão, essas iniciativas devem ser avaliadas conforme seus objetivos e seus impactos fiscais específicos.
A nota afirma ainda que a execução de políticas públicas não deve ser interpretada automaticamente como aumento de gastos motivado pelo calendário eleitoral.
“A realização das eleições não suspende as responsabilidades do Estado nem seu dever de proteger a população, garantir direitos e promover o desenvolvimento do país”, declarou o ministério.
-
Cidades4 dias atrásGoverno apresenta balanço de metas e investimentos na Assembleia Legislativa
-
Política6 dias atrásALMT tem agenda intensa de reuniões e audiências públicas
-
Cidades4 dias atrásAção da Prefeitura libera calçadas e recebe aprovação de moradores em Cuiabá
-
Economia6 dias atrásPerdão de dívidas de MEIs terá impacto de R$ 3 bilhões
-
Cidades6 dias atrásPrefeitura de Cuiabá reforça ações para melhorar a aprendizagem dos alunos da rede municipal
-
Economia6 dias atrásGoverno anuncia perdão de dívidas e pacote de estímulo para MEIs
-
Polícia6 dias atrásMoradores denunciam doces e salgadinhos vencidos em festa infantil em MT
-
Política6 dias atrásPresidente da Câmara renuncia ao mandato e diz que política é “frustrante”

