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“Transformação”: Max Russi confirma emendas e licitação para construção da Orla em Santo Antônio do Leverger

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Mato Grosso

Da Redação

Orla de Santo Antônio do Leverger, a realização de um sonho que está prestes de ser realizado, com a confirmação da ordem de licitação da obra, anunciada pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi.

O anuncio foi feito no último domingo, durante os eventos comemorativos dos 121 anos de aniversários da cidade, em uma reunião na Câmara Municipal de Vereadores, onde contou com várias autoridades políticas.

“Professora e vereadora Carmem Barros quem fez a indicação do Título de Cidadão Santoantoniense ao deputado e presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi”.

 

Foto: Fablício Rodrigues/ALMT

Max Russi que foi agraciado com o Título de Cidadão Santoantoniense, aproveitou a oportunidade para debater sobre as demandas do município, com todos vereadores, quando afirmou que todas as emendas destinadas pelos deputados da Assembleia Legislativa serão pagas.

“Deputados Max Russi, João Batista, Alan Kardec, Nininho e Wilson Santos possuem trabalhos representativos no desenvolvimento do município, através de recursos financeiros de emendas parlamentares”.

Conhecedor das demandas do município, Max Russi em reunião com todos os vereadores, a maioria dos secretários, a vice-prefeita Giseli Ribeiro e a prefeita, Francieli Magalhães Vieira Pires anunciou a ordem de licitação da obra da Orla, realizada pelo governador Mauro Mendes.

“Sabemos da importância de atender as demandas do município, através das emendas, porém, é também visível, o quanto a Orla vai potencializar a economia local, através do turismos, geração de emprego e renda, podem contar com a Assembleia Legislativa de Mato Grosso, para colaborar com o desenvolvimento de Santo Antônio de Leverger”, ressaltou o presidente da Assembleia, deputado Max Russi.

Foto: SECOM/MT

“Há muito tempo que Santo Antônio de Leverger não era prestigiada pela maioria dos deputados estaduais”.

Tanto a prefeita, Francieli Magalhães e outras autoridades do município, agradeceram a presença e o apoio do presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi vem dando ao município de Santo Antônio de Leverger.

“Juntos estamos fazendo mais e melhor pelo nosso município, além de termos os onze vereadores, contamos com a Assembleia Legislativa, através da maioria dos deputados, como também o governador, Mauro Mendes, assim estamos conseguindo transformar da vida do povo de Santo Antônio de Leverger”, declarou Francieli.

Foto: Fablício Rodrigues/ALMT

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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