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Setasc entrega kits com mochila e materiais escolares para crianças do programa Ser Família Criança em Poconé

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) realizou a entrega de “kits mochila” para as crianças atendidas pelo programa Ser Família Criança, em Poconé. A ação tem como objetivo fornecer materiais essenciais para o desenvolvimento educacional das crianças em situação de vulnerabilidade, por meio do programa idealizado pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes.

Cada kit contém mochila, caderno, régua, lápis, lápis de cor, estojo, borracha e giz de cera. A iniciativa busca garantir que as crianças tenham as ferramentas necessárias para contribuir com o seu desenvolvimento.

Foto: Assessoria

A secretária adjunta de Programa e Projetos Especiais e Atenção à Família da Setasc, Juliane Antunes Maciel, afirmou que a ação representa um importante apoio para as famílias.

“A entrega desses kits é mais um passo para garantir que nossas crianças tenham acesso a atividades de qualidade. Acreditamos que, com o apoio adequado, elas podem alcançar seus sonhos e construir um futuro melhor”, disse Juliane Antunes Maciel.

Juliane Antunes Maciel também ressaltou que a Setasc tem investido em outras ações para apoiar as crianças do programa, além dos kits escolares.

“Estamos comprometidos em oferecer todo o suporte necessário para o desenvolvimento integral das crianças. Além dos materiais escolares, também entregamos uniformes e oferecemos diversas atividades socioeducativas”, ressaltou Juliane Antunes Maciel.

No início do mês, a Setasc entregou 260 calças legging feminina infantil, 260 bermudas femininas infantil, 538 bermudas masculinas infantil, 600 casacos unissex infantil e 600 calças abrigo unissex infantil para os estudantes, complementando o uniforme das crianças.

Apoio Integral

O Ser Família Criança em Poconé proporciona às crianças oficinas lúdicas, cognitivas, esportivas e culturais, bem como serviços socioassistenciais, socioculturais, socioeducativos e psicológicos para crianças em situação de vulnerabilidade e alto risco social.

A primeira unidade do Programa Ser Criança iniciou suas atividades atendendo 400 crianças em situação de vulnerabilidade, oferecendo aulas de música, artes, dança, esportes, visando a melhoria na qualidade de vida dos alunos. Atualmente, o programa atende e beneficia mais de 509 crianças no município.

Fonte: Governo MT – MT



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Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso começa a atender

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Os atendimentos do Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso (HCAC) começaram nesta segunda (19). É a 35ª unidade do Sistema Único de Saúde (SUS) administrada pelo Einstein Hospital Israelita no Brasil e a primeira no estado.

Os primeiros atendimentos estão sendo realizados junto a 30 pacientes encaminhados pelo Sistema Estadual de Regulação (Sisreg) de Mato Grosso. A previsão é de que dez crianças e 20 adultos passem por consultas ambulatoriais das especialidades de urologia, cirurgia pediátrica e ortopedia pediátrica.

Alessandra Bokor, diretora do Hospital Central, explica que as atividades ocorrerão por fases. “Gradativamente vamos ativando outras especialidades, como cirurgia geral e do aparelho digestivo, ginecologia, mastologia, cardiologia, cirurgia vascular, nefrologia, onco-ortopedia e onco-pediatria”, informou. A previsão é de que em abril o hospital atinja a capacidade plena, com cerca de 2 mil profissionais em seu quadro funcional.

Atualmente, mais de 700 colaboradores já foram contratados, dos quais 200 são médicos. O Hospital Central não é uma unidade ‘porta de entrada’, mas sim um hospital de alta complexidade, que trata casos de risco elevado e patologias graves, que demandam intervenções cirúrgicas de grande porte, suporte intensivo em UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) e tecnologia diagnóstica avançada.

Na prática, o paciente deve primeiro buscar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) da sua cidade, cabendo ao Estado o encaminhamento para o Hospital Central conforme a necessidade.

O Hospital Central foi inaugurado no dia 19 de dezembro de 2025. Ao todo, foram 34 anos paralisado até as obras serem retomadas pelo Governo do Estado, que ampliou a estrutura original de 9 mil m² para 32 mil m² de área construída.

“É um dia histórico para a saúde pública de Mato Grosso. Além de concluirmos a obra do hospital, estamos entrando em um novo modelo de gestão, que exige eficiência do administrador e entregas concretas para a população”, argumenta o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

LEIA TAMBÉM – Hospital Central atende primeiros pacientes: “é uma benção”

Ao todo, o Hospital Central conta com 287 leitos totais, sendo 191 leitos de enfermaria e 96 leitos de cuidados intensivos, dos quais 60 de UTI. O Centro Cirúrgico conta com dez salas cirúrgicas e uma sala híbrida com hemodinâmica.

A unidade é equipada para realizar cirurgias robóticas e diagnósticos sofisticados de imagem, com dois tomógrafos, dois equipamentos de ressonância magnética, um aparelho de hemodinâmica para diagnóstico, um equipamento para eletroencefalografia, um equipamento de oxigenação por membrana extra corpórea e um sistema para endoscopia.

Padrão Einstein. O Hospital Central será o primeiro estabelecimento de Mato Grosso do SUS a operar com a cultura de excelência de atendimento do Einstein, com infraestrutura de ponta e tecnologia avançada. Considerado o melhor hospital da América Latina, o Einstein ocupa a 22ª posição na última edição do ranking World’s Best Hospitals da revista Newsweek.

O Einstein é uma organização filantrópica com sede em São Paulo (SP) que leva, há 25 anos, a sua expertise para o SUS. Atualmente, administra 35 unidades públicas por meio de alianças com estados e municípios, e desenvolve mais de 40 projetos dentro do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), em parceria com o Ministério da Saúde.

O objetivo é contribuir para o desenvolvimento e fortalecimento do SUS, maior rede pública de saúde do mundo, que atende mais de 212,6 milhões de brasileiros (IBGE, 2024). Para isso, o Einstein aplica nas unidades públicas o mesmo modelo de gestão usado em suas unidades privadas: uso intensivo de indicadores de qualidade, protocolos clínicos baseados em evidências, tecnologia, formação contínua de equipes e humanização do cuidado.

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