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 “Se Várzea Grande não serve para morar, não vai servir para administrar”

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Da Redação.

O vereador e presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Fábio José Tardim criticou os políticos que moram em Cuiabá e querem administrar Várzea Grande, quando foi questionado sobre os pré-candidatos, que estão disputando a vaga para participar das próximas eleições no município.

O vereador ainda teceu duras críticas aos políticos que moram em Cuiabá e utilizam de Várzea Grande apenas como mecanismo de ganhar dinheiro.

“O povo já viu que isso não deu certo, como uma pessoa vai administrar um município, se só anda na Avenida da Feb, como vai ser um prefeito, se não sabe dos bairros empoeirados que necessitam de asfalto, dos problemas da falta d’água e do tratamento do esgoto, de dentro dos condomínios de luxo onde moram não dá para ver as necessidades do povo de Várzea Grande”, ressaltou Fabinho.

O vereador disse é um soldado do partido, e que a sua pré-candidatura vem recebendo apoio de dentro do executivo e legislativo municipal, que antes dos problemas gerados pela quarentena, como forma de medida de combate a pandemia do coronavírus, como o isolamento social, as conversas e posições estavam bem avançadas.

“O coronavíruas veio parar com tudo, estamos agora preocupados apenas com a vida das pessoas, estamos trabalhando a todo instante para proporcionar melhorias na saúde, para atender de melhor forma possível os pacientes”, explicou o vereador.

Fabinho ainda falou do pré-candidato que terá o apoio do grupo da família Campos, que é de extrema importância e decisivo na eleição municipal, já que conta com uma prefeita com 80% de aprovação, com uma gestão avaliada em ótima, boa e regular.

“Ninguém pode menosprezar o DEM, hoje é sem dúvida, o partido é o mais forte de Várzea Grande, como também do Estado e do Brasil, nós temos o Presidente da Câmara Municipal, a Prefeita, um Senador, um ex-governador que é pré-candidato ao Senado, o Presidente da Assembleia Legislativa, o Governador do Estado, o Presidente da Câmara Federal e o Presidente do Senado da República, não vejo outro caminho que não seja uma candidatura própria na cidade industrial”, ressaltou o vereador.

Fabinho ainda falou que os outros grupos terão que estar muito bem organizados, cada um no seu quadrado, para entrar na disputa.

Referente aos nomes que estão surgindo como pré-candidatos do DEM, como também, da família Campos como:

Luiz Celso, secretário de Obras.

Sílvio Fidelis, secretário de Educação.

Júlio Pacheco, presidente do DEM municipal.

Kalil Baracat, secretário de Governo.

José Hazama, vice-prefeito.

Fabinho respondeu com maestria: Se o secretário de obras for candidato, vai saber o quanto ele é impopular na cidade.

Kalil e Azama nem morar em Várzea Grande moram, se a cidade não serve para morar, não vai servir para administrar?

Fabinho explicou que hoje o DEM conta oito vereadores, um senador, um prefeita muito bem avaliada, com o presidente da Assembleia Legislativa e o Governador do Estado, são forças que fazem toda diferença em uma disputa eleitoral.

“Hoje, vejo que pelo partido DEM é só seu Júlio Pacheco e eu Fabinho, que moram em Várzea Grande e tem condições de participar desta disputa, mas isso é um assunto que vamos tratar depois, quando passar o período da pandemia do coronavírus”, finalizou Fabinho.

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Gaúcha do Norte implanta Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica contra a Mulher

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Grupo de pessoas em pé no plenário de uma câmara municipal segura placas vermelhas em formato de coração. Ao fundo, pare de madeira com a inscrição Localizada a cerca de 571 km de Cuiabá, Gaúcha do Norte passa a contar com a atuação da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Com a formalização ocorrida na sexta-feira (31), o município se tornou o 129º do estado a ser integrado à iniciativa liderada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

A ação foi feita por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), sob coordenação da desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo. A Rede conta ainda com a participação de instituições da segurança pública, Ministério Público, Defensoria Pública, Municípios, dentre outras.

Plenário da Câmara Municipal com diversas mulheres assistindo a uma palestra. O palestrante está em pé na frente, e uma tela projeta conteúdo ao lado direito.Além da assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre os órgãos e instituições participantes, a passagem da equipe do Cemulher-MT por Gaúcha do Norte proporcionou ainda a capacitação de 32 pessoas que atuarão na Rede. A implantação da Rede de Enfrentamento foi efetivada após pedido da Patrulha Maria da Penha do município.

“Percebemos a dificuldade que temos ao atender sozinhos os casos de violência doméstica. Precisamos da Rede para oferecer uma proteção e suporte maior. Com essa união, podemos agir em conformidade nesse propósito, que é proteger a vida da mulher”, explicou a soldado PM Gisele Bernardo Pinto Matos, comandante da Patrulha Maria da Penha de Gaúcha do Norte.

Para Tiago Gonçalves dos Santos, juiz substituto da 1ª Vara de Paranatinga – comarca que realizada o atendimento jurisdicional de Gaúcha do Norte, a instalação da Rede de Enfrentamento é um marco importante. “Mais uma vez o Poder Judiciário vai até a comunidade, desta vez em parceria, com o objetivo de melhorar nossa sociedade, principalmente para as mulheres e meninas que tanto sofrem em nosso estado”, disse.

De acordo com a promotora de Justiça Fernanda Luíza M. Siscar, a partir da assinatura do Termo de Cooperação Técnica ficará mais fácil para os órgãos e instituições definirem os fluxos de atendimento, prioridades e ações para o município. Ela destacou que também está no planejamento a criação de um plano de metas, que guiará as estratégias de atuação para os próximos dez anos.

“A partir da implementação da Rede é que nós conseguimos avançar nas demais normativas, documentos públicos, nos planos e nas iniciativas estratégicas. Com a Rede, conseguimos devolver à população um serviço de melhor qualidade. Junto a isso, estamos buscando também a criação do plano decenal de metas para o município”, relatou a promotora.

Já o delegado da Polícia Civil de Mato Grosso, Gabriel Conrado, a implantação da Rede é fundamental para a integração de todos os órgãos públicos. “Temos um número muito alto de casos de violência doméstica nessa região. Então, essa integração é importante para a repressão desses crimes e proteção das mulheres”, pontuou.

Canais de denúncia:

180 – Todo território nacional

181 – Estado de Mato Grosso

197 – Polícia Civil

190 – Polícia Militar

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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