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“São novos tempos para o Estado e no Governo de MT”, afirma presidente da AL sobre o Mais MT

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Da Redação.

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Eduardo Botelho, destacou o processo de transformação que o Estado vem vivenciando nos últimos dois anos, mesmo em meio à pandemia e às dificuldades no país de modo geral.

“São novos tempos no Estado de Mato Grosso e no Governo – lançando obras em um momento em que todos os outros Estados vivem em recessão e paralisando obras. Nós estamos lançando e retomando obras em todas as regiões. Este novo momento representa Mato Grosso nos trilhos e a economia pronta para investimentos”, disse o parlamentar.

A fala do presidente da Assembleia ocorreu durante a assinatura de ordens de serviço para a execução de obras de pavimentação e construção de pontes do programa Mais MT, na última quinta-feira (18.02), no Palácio Paiaguás.

Ainda segundo ele, a satisfação de atender aos municípios é ainda maior, já que o processo também contou com a participação do Poder Legislativo.

“Estamos satisfeitos porque tudo o que está acontecendo hoje passou pela Assembleia. Discutimos projetos, situação econômica, votamos e aprovamos. Podemos dizer que em cada obra tem uma parcela da Assembleia. A população pediu estas obras e o Governo está tornando realidade e fazendo disso um motivo de alegria para toda a população mato-grossense”, concluiu.

O programa Mais MT foi lançado em 2020 pelo governador Mauro Mendes e prevê investimentos de R$ 9,5 bilhões em todos os setores. Somente nas ações de infraestrutura estão previstos investimentos totais de R$ 4,73 bilhões em quatro anos (2019-2022).

As ordens de serviço vão atender mais de 50 municípios com a pavimentação de mais de 700 quilômetros de rodovias e construção de 40 pontes.Em projetos, a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística (Sinfra) apresentou mais 1.050 quilômetros de pavimentação, restauração, manutenção e construção de 51 novas pontes de concreto em 34 municípios. As ordens de serviço para o início dos projetos serão emitidas no mês de março.

Foto: Mayke Toscano

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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