Mato Grosso

Plantões técnicos ajudam municípios na elaboração do Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas

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A execução do edital “Formação Técnica de Auxiliar de Bibliotecas – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab)”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Esporte e Lazer (Secel-MT), entrou, nessa sexta-feira (16), na fase de plantões técnicos para a elaboração do Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (PMLLLB).

As atividades são oferecidas online, todas as sextas-feiras, até março, no período matutino, aos 112 municípios do Estado inscritos no Programa de Capacitação para o Fortalecimento do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca de Mato Grosso, que integra a seleção pública da Secel.

Durante os encontros, são abordadas temáticas como as políticas públicas existentes ou em fase de construção, as etapas para elaboração do Plano Municipal e as estratégias para implantação e execução do plano após aprovação.

Os representantes dos municípios participantes poderão apresentar suas realidades locais, desafios e potencialidades no campo das políticas públicas do livro e da leitura. Para participar, cada município deve acompanhar os informes do programa, que disponibiliza o link de acesso antes de cada plantão técnico.

A atividade será conduzida por Renata Costa, que atua há quase 30 anos no setor de livreiro e editorial, com experiência como secretária-executiva do Plano Nacional do Livro Leitura (PNLL).

“Renata é uma referência nacional quando falamos de políticas públicas do livro, leitura, literatura e bibliotecas. Para nós, é uma grande alegria tê-la prestando consultoria aos municípios mato-grossenses. Mato Grosso segue avançando”, destaca Carlos Santos, coordenador do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de Mato Grosso.

Renata Costa coordenou o Sistema Estadual de Bibliotecas do Rio de Janeiro; atuou como curadora de projetos literários do SESI; foi avaliadora da Festa Literária das Periferias (FLUP); assessorou o Estado de Mato Grosso na implantação do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, aprovado pela Lei nº 11.820/2022; foi consultora no mapeamento dos Planos de Leitura nos estados e municípios brasileiros, iniciativa da Rede LEQT – Leitura e Escrita de Qualidade para Todos; e atuou como consultora do curso “Planos de Leitura em Ação nos Territórios”, do Itaú Social.

O Programa de Capacitação para o Fortalecimento do Livro Leitura e Literatura e Biblioteca de Mato Grosso é executado pelo Instituto Saberes em parceria com o Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de Mato Grosso, no âmbito do Edital nº 14/2024/SECEL/MT – Formação Técnica de Auxiliar de Bibliotecas – PNAB Ciclo I.

Mais informações pelo site www.capacitacaodebibliotecasmt.com.br e pelos perfis @capacitabibliotecasmt e @institutosaberess no Instagram.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT



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Capacitação aborda atuação da Psicologia e do Serviço Social no enfrentamento à violência doméstica

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Duas mulheres palestram à frente de uma plateia sentada. À esquerda, uma delas fala ao microfone diante de uma tela de projeção; ao lado, outra observa em frente a um banner da CEMULHER.A atuação integrada da Psicologia e do Serviço Social no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher foi debatida em capacitação realizada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) na tarde desta quinta-feira (16). A atividade teve como público-alvo integrantes das equipes multidisciplinares das Varas Especializadas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

Promovido por meio da Escola do Servidor e da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), o encontro reúne, entre os dias 15 e 17 de julho, assistentes sociais, psicólogos, profissionais de saúde e da área jurídica para discutir formas de qualificar o atendimento à mulher em situação de violência.

A palestra foi conduzida pela assistente social Bruna Woinorvski de Miranda e pela psicóloga Maristela Sobral Cortinhas, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). As palestrantes abordaram questões como as raízes históricas e sociais da violência contra a mulher e passaram orientações sobre a elaboração de estudos, laudos, relatórios, pareceres, declarações e outros documentos produzidos pelas equipes multidisciplinares.

Mulher de óculos e vestido estampado fala ao microfone, segurando um passador de slides. Ela palestra diante de uma plateia, cujas cabeças aparecem desfocadas em primeiro plano. Fundo branco.Ao tratar da contribuição do Serviço Social, Bruna Woinorvski destacou a importância de uma atuação articulada entre diferentes instituições e políticas públicas. Segundo ela, compreender as múltiplas formas de manifestação da violência é fundamental para identificar situações de risco, acolher as mulheres de forma humanizada e garantir a efetivação dos direitos previstos em lei.

“As expressões de violência contra a mulher acabam se manifestando de diversas formas no contexto doméstico e familiar, nas relações íntimas de afeto. E esse é o maior desafio profissional. É preciso acompanhar essas formas de expressões, estar preparado para identificá-las, e assim acolher e fazer um atendimento humanizado às mulheres que necessitam”, apontou.

Mulher de óculos e cabelos grisalhos longos fala ao microfone. Ela veste camisa branca com bordados no ombro e colar claro. Ao fundo, um banner vermelho onde se lê A psicóloga Maristela Sobral ressaltou que a violência doméstica exige um olhar amplo e sensível por parte dos profissionais. Durante a palestra, ela explicou como a psicologia atua na avaliação das situações vividas pelas mulheres, na elaboração de documentos técnicos e na articulação com a rede de proteção, considerando também aspectos sociais, culturais, econômicos e familiares que influenciam cada caso.

“Abordamos, na verdade, toda a complexidade desse tema, que é a violência doméstica e familiar contra a mulher. Precisamos compreender o que fez a mulher denunciar, solicitar medida protetiva, o que faz ela pedir a revogação da medida e até mesmo a situação daquela mulher que está em um contexto de violência, mas não denuncia”, explicou a psicóloga.

Para as especialistas, momentos de formação como esse fortalecem a atuação das equipes multidisciplinares e contribuem para a troca de experiências entre profissionais que enfrentam desafios semelhantes. A iniciativa busca aprimorar o atendimento prestado às mulheres, crianças e famílias impactadas pela violência doméstica.

“A atuação das equipes multidisciplinares demanda esse conhecimento constante, não só das expressões da violência, mas dos contextos técnicos e normativos também. Eles mudam constantemente. Então, momentos de formação como esses são essenciais para que as equipes se sintam mais capacitadas para abordar essas situações”, completou Bruna Woinorvski.

Autor: Bruno Vicente

Fotografo: Rodrigo Moura

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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