Mato Grosso
Max Russi discorda de pedágio em estrada sem qualidade e segurança no trecho norte
Mato Grosso
Da Redação.
O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, Max Russi (PSB) apresentou na tribuna do Plenário das Deliberações, Dep. Renê Barbur, suas indignações e sugestões para melhorar o trafego na BR-163, ligando Cuiabá a Lucas do Rio Verde.
Durante o pronunciamento, o deputado falou da duplicação da estrada entre Cuiabá e Jaciara, onde transformou o cotidiano de quem precisa passa pela região.
Por outro lado, Max Russi informou que esteve na região do município de Nova Mutum, e ficou indignado com situação, já que o pedágio é cobrado, porém, as condições da estrada, ainda não justificam a cobrança.
O presidente a Assembleia Legislativa, aproveitou a oportunidade para reivindicar por parte da bancada federal e senadores, ações que venham atender e mudar a realidade de que depende desta estrada, já que a obra é de responsabilidade federal.
“Na duplicação para região sul, a gente consegue viajar com qualidade e segurança, não acontece o mesmo indo para Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, com uma BR com acostamento altíssimo, filas e mais filas de caminhão, insegurança e acidentes por toda BR, é um risco muito grande”, explicou o deputado.

Foto: Jéssica Bergamo/Arquivo Pessoal.
Para Max, não se pode admitir que se cobra o pedágio, e não ofereça o serviço de qualidade, já que a empresa Rota Oeste, não cumpriu com aquilo que se comprometeu.
Desde quando a empresa Rota Oeste, começou administrar trechos que ligam as principais regiões produtoras de grãos do estado de Mato Grosso, que os problemas só foram resolvidos, após intervenção da justiça, como aconteceu no pedágio entre Cuiabá e Jaciara.
As reclamações são constantes, desde os caminhoneiros aos moradores das cidades circunvizinhas, que trafegam pela região se sentem lesados, já que estão pagando, por algo que não estão recebendo, como é o caso da duplicação que liga desde Cuiabá, passando por Jangada até Rosário Oeste, um trecho de apenas 100km.

Foto: Rotadooeste.com.br
Para as pessoas que dependem dessas vias, a lutar do deputado Max vem diretamente ao encontro das necessidades popular, principalmente dos motoristas, já que são milhares que trafegam na região, diariamente.
O deputado Max espera que assim como aconteceu no trecho sul, a empresa Rota Oeste faça na parte norte.
A Rota Oeste foi procurada pela equipe de reportagem, para falar sobre o assunto, mas até o fechamento da matéria nenhum responsável foi localizado.
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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