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Kalil pede que vereadores aprovem pedido de empréstimo de R$ 120 milhões

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Da Redação

Várzea Grande pode ter acesso a um empréstimo da ordem de R$ 120 milhões que somados a outro de R$ 50 milhões já aprovado em 2020 devem garantir R$ 170 milhões que serão aplicados em obras e ações de interesse da cidade e de sua população.

Atendendo a um apelo do prefeito Kalil Baracat e do senador Jayme Campos, o presidente da Câmara Municipal, Fábio Tardin, acompanhado de Pedrinho Tolares e outros vereadores que participaram da solenidade de posse dos novos secretários, assinalou que, existe a possibilidade dos vereadores se reunirem extraordinariamente para apreciar o pedido de empréstimo.

“Temos uma solicitação feita ao senador Jayme Campos, quanto a um pedido de empréstimo junto a bancos oficiais que necessita constar do Orçamento Geral da União (OGU) que tem prazo para ser apreciado e aprovado até o próximo dia 22 de janeiro”, explicou Kalil Baracat.

O próprio senador Jayme Campos (DEM) que prestigiou a posse dos novos secretários apelou aos vereadores para que extraordinariamente se reunisse para conceder  o pedido de empréstimo que é importante para que Várzea Grande mantenha seu alto índice de investimentos que são preponderantes neste momento de crise nacional, para gerar emprego e renda.

“Este pedido de empréstimo foi sinalizado pela Caixa Econômica Federal – CEF, no final do ano passado e ainda pode se tornar uma realidade para atender as demandas da cidade e de sua população por mais obras e ações de interesse coletivo”, disse o senador Jayme Campos, reafirmando que vai continuar contribuindo com Várzea Grande e com Mato Grosso.

O prefeito assinalou ainda que outro pedido de empréstimo no valor de R$ 50 milhões que não se efetivou está em análise para ser novamente reativado e executado. “Nossa missão é continuar a transformação e o
desenvolvimento de Várzea Grande como um todo e para todos”, sinalizou o prefeito que acredita na contratação do mesmo neste primeiro semestre de 2021 e nos processos licitatórios e obras no decorrer do ano.

Foto: assessoria

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Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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