Mato Grosso
Homem freta carga roubada e vai parar na delegacia em Várzea Grande
Mato Grosso
Da Redação
Um homem identificado como Edson Luiz da Silva, 34 anos foi preso pela polícia militar após se envolver em um acidente de trânsito em Várzea Grande.
Menor é apreendido com grande quantidade de maconha do tipo skunk em Várzea Grande
De acordo com as informações, o homem teria fretado uma carga de carne que havia sido roubada na cidade de Sonora – MS a algumas semanas, ainda de acordo com as informações, a carga havia saído de Mato Grosso com destino ao Mato Grosso do Sul, porém antes de chegar em seu destino acabou sendo roubada por criminosos.
Edson, que é motorista de carreta profissional, teria recebido RS 10 mil para trazer a carga roubada da Serra de São Vicente (70 km de Cuiabá) até Várzea Grande, cidade na qual Edson reside.
Homem com várias passagens pela polícia é executado no bairro Construmat, em Várzea Grande
O suspeito teria utilizado o veículo de um amigo, um Iveco 380 para fazer o frete, a polícia chegou até o suspeito após ele se envolver em um acidente, no momento que os policiais começaram a questionar o suspeito o mesmo apresentou sinais de nervosismo, fato que chamou a atenção dos policiais que o conduziram até a Central de Flagrantes de Várzea Grande. O veículo também foi apreendido pela polícia.
Já na Central de Flagrantes, Edson se reservou ao direito de permanecer calado e não deu maiores detalhes dobre a situação, o mesmo não possui passagens pela polícia.
O Boletim de Ocorrência foi lavrado e o suspeito foi apresentado para o delegado plantonista e inicialmente deve responder pelo crime de receptação.
Foto: TVCA/Reprodução
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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