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Emenda de Max Russi beneficia 90 municípios com 100 academias ao ar livre

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Presidente da Assembleia Legislativa participa da entrega de academia ao ar livre em Jaciara

Da Redação

Academias ao ar livre estão sendo entregues pelo Rotary Club de Mato Grosso em 90 municípios do estado. A liberação de uma emenda parlamentar na ordem de R$ 2 milhões foi articulada pelo presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (PSB), para que as mais de 100 estruturas fossem instaladas no decorrer dos próximos dias. O parlamentar participou da entrega de uma delas, nesta sexta-feira (11), na Praça Vicente de Paulo da Cruz, em Jaciara.

“O governador Mauro Mendes entendeu a importância desse pleito junto ao Rotary e hoje eu estou aqui, muito feliz em poder fazer essa entrega em Jaciara. Um ganho para a cidade, para região”, avalia Max Russi.

O ex-governador do Rotary Club, Washington Calado, acompanhou toda a atuação do presidente do Parlamento nas tratativas para que o aporte financeiro fosse liberado. “Este é um projeto que nasceu na cidade de Cáceres, em 2012, e que foi abraçado pelo deputado Max [Russi] no período em que foi secretário-chefe da Casa Civil. A segunda parte do projeto foi resgatada agora pelo deputado e toda a sua equipe”, explicou.

A atual governadora da entidade, Brígida Maria Fischer, também citou a articulação do deputado para que o governo do Estado desse sequência ao projeto. “A atuação do Max foi fundamental para que todos os municípios sejam sendo beneficiados. O Rotary 4440 está sempre disposto para essas parcerias”, assegurou.

A prefeita Andréia Wagner (PSB) está otimista e garantiu a formatação de diversos projetos, principalmente voltados a atividades com a melhor idade. “Essa academia é um incentivo à saúde e à prática de esportes, além de dar uma cara nova para a praça da nossa cidade”, ressaltou.


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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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