Mato Grosso
“Eleições 2022”: Especulações “aquecem” cenário político em Mato Grosso
Mato Grosso
Da Redação
“Cortina de fumaça” e especulações mancam o início da semana, no cenário da política de Mato Grosso, enquanto alguns ainda apostam no arcaico sistema de implantar informações, outros trabalham encima de relatos e fatos.
O que antes era deixado para o ano de eleição, mudou, agora estão discutindo e definindo bem antes, porém, nem tudo que se comentam é verdade, como no caso do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi estar pleiteando disputar a vaga de vice-governador, na chapa de Mauro Mendes.
“Por várias vezes, Max Russi já informou e reafirmou que o foco é desenvolver trabalhos que venham de encontro com necessidade da população, através da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso”.
Outro ponto cogitado, é referente a suposta articulação da família Campos, liderada pelo senador, Jayme Campos, que estaria exigindo a ex-prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos, como vice-governadora na chapa do governador Mauro Mendes.
“Relatos dos bastidores apontam que Mauro Mendes não quer ficar os quatro anos com o cargo em risco”.
De acordo com informações de bastidores, o candidato (a) a vice, terá que ter representatividade do interior do estado, com ligação direta aos produtores do agronegócio, sendo assim, com indicação da maior força política do setor, Blairo Borges Maggi.
Desta forma, o cenário começa ser desenhado e alinhado, porém, não é com especulações, mas sim, com dados e relatos das movimentações, ninguém vai querer perder para deixar o grupo todo enfraquecido, é visível que para muitas siglas, mais vale ganhar no papel coadjuvante, fazendo parte do grupo vencedor, do que ocupar na disputa a vaga de protagonista e sair derrotado.
Foto: Michel Alvim
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
-
Cidades6 dias atrásPivetta cobra providências de prefeita após vídeo de diretor do DAE recebendo dinheiro
-
Política4 dias atrásEleições: propaganda eleitoral começa neste domingo
-
Cidades5 dias atrás“Não venham dizer que é eleitoreira”, dispara Wellington sobre operação contra Mauro
-
Cidades6 dias atrásSinfra avança na compra de equipamentos para Aliança pela Água em VG, afirma Pivetta
-
Política6 dias atrásCMO aprova crédito extra para atender vítimas de desastres climáticos
-
Política7 dias atrásSenado celebrará criação da Frente Parlamentar pela Paz Mundial
-
Política5 dias atrásMP visa combate à fome de populações afetadas por mudanças climáticas
-
Política6 dias atrásApós acordo, redução de tributos sobre combustíveis vai à sanção


Você precisa estar logado para postar um comentário Login