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“Eleições 2022”: Especulações “aquecem” cenário político em Mato Grosso

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Da Redação

“Cortina de fumaça” e especulações mancam o início da semana, no cenário da política de Mato Grosso, enquanto alguns ainda apostam no arcaico sistema de implantar informações, outros trabalham encima de relatos e fatos.

O que antes era deixado para o ano de eleição, mudou, agora estão discutindo e definindo bem antes, porém, nem tudo que se comentam é verdade, como no caso do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi estar pleiteando disputar a vaga de vice-governador, na chapa de Mauro Mendes.

“Por várias vezes, Max Russi já informou e reafirmou que o foco é desenvolver trabalhos que venham de encontro com necessidade da população, através da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso”.

Outro ponto cogitado, é referente a suposta articulação da família Campos, liderada pelo senador, Jayme Campos, que estaria exigindo a ex-prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos, como vice-governadora na chapa do governador Mauro Mendes.

“Relatos dos bastidores apontam que Mauro Mendes não quer ficar os quatro anos com o cargo em risco”.

De acordo com informações de bastidores, o candidato (a) a vice, terá que ter representatividade do interior do estado, com ligação direta aos produtores do agronegócio, sendo assim, com indicação da maior força política do setor, Blairo Borges Maggi.

Desta forma, o cenário começa ser desenhado e alinhado, porém, não é com especulações, mas sim, com dados e relatos das movimentações, ninguém vai querer perder para deixar o grupo todo enfraquecido, é visível que para muitas siglas, mais vale ganhar no papel coadjuvante, fazendo parte do grupo vencedor, do que ocupar na disputa a vaga de protagonista e sair derrotado.

Foto: Michel Alvim

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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