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“De água até saúde”: Vander Masson enfrenta grandes desafios como prefeito de Tangará da Serra

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Da Redação.

Com a missão de resolver dois grandes problemas envolvendo a cidade de Tangará da Serra, Vander Masson (PSDB) inicia a gestão, reunindo com a sua equipe, para buscar soluções da falta de água e a construção do Hospital Regional.

De família tradicional na política do município, Vander tem conhecimento das demandas da população, e viabilidade política dentro e fora da cidade, o que aumenta a possibilita de conseguir melhorias para Tangará da Serra.

Foto: RSIMGENS

“Propomos uma gestão mais humana, ouvindo a nossa comunidade, trabalhando com união. E é isso que eu quero que cada um dos secretários faça, que sejam humanos, responsáveis, unidos e bons ouvintes. Eu irei cobrar de vocês e vocês tem ciência disso. O trabalho dos secretários será avaliado trimestralmente, e eu acredito que cada um de vocês dará o máximo de si, para atender a nossa população”, ressaltou o prefeito.

Além do grande problema de fornecimento de água na cidade, a saúde é uma questão teve as primeiras ações da gestão Vander, com medidas de combate e prevenção do Covid-19, no seu terceiro decreto, o prefeito apresentou novas medidas, restringindo a circulação de pessoas entre 22h e 5h, ficando autorizado apenas os veículos de entregas que estão devidamente cadastrados pelo município.

Foto: Tangará em Foco

Mesmo com todos os problemas na cidade, Vander está trabalhando na geração de emprego e renda na região, ao participar de uma reunião com empresários do setor varejistas, que estão investindo em Tangará da Serra, com a construção de um novo empreendimento, uma loja do grupo Pasqualotto Supermercados, que também possuem lojas em Lucas de Rio Verde e Brasnorte.

Vander Masson destaca que Tangará está de braços abertos para novos investimentos, ele disse que estão recebendo os empresários hoje, dando a eles as boas vindas, já que são empresários que estão investindo na região e como Executivo Municipal, é preciso apoiar e desejar sucesso, êxito nesse empreendimento.

“Precisamos fortalecer as empresas existentes e apoiar a instalação de novos empreendimentos, que geram mais empregos, renda e divisas econômicas para a nossa cidade. Como gestor público, vou apoiar, acolher os empresários que querem investir aqui”, destacou.

Foto: Prefeitura de Tangará

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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