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Carlos Bezerra se reúne com Kalil e assegura apoio para obras e ações em Várzea Grande

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Da Redação.

O prefeito Kalil Baracat reafirmou ao deputado federal e presidente do MDB, Carlos Bezerra em audiência que sua gestão será voltada para melhorar ainda mais a qualidade de vida de toda a população e atrair mais investimentos para a segunda maior cidade de Mato Grosso.

“Quero me colocar como interlocutor de Várzea Grande para conseguirmos traçar um planejamento eficiente e que dê resultados”, disse Carlos Bezerra, assinalando que já se reuniu com os senadores Jayme Campos e Wellington Fagundes e com outros deputados federais que tem interesse em ajudar a administração Kalil Baracat e principalmente Várzea Grande e sua população”, assinalou o deputado federal.

Kalil manifestou que seus esforços serão em todos os sentidos e políticas públicas de responsabilidade da administração municipal, mas neste momento tem que centrar as atenções naqueles que considera como sendo emergenciais que são os problemas na questão da água e da saúde pública.

“Muito se avançou nestas duas áreas na gestão da prefeita Lucimar Sacre de Campos, mas precisamos avançar mais, pois a necessidade da população é sempre crescente”, asseverou o prefeito convicto de que as soluções que estão sendo construídas serão duradouras e eficientes.

O prefeito e o deputado federal reafirmaram a boa interlocução com o governador Mauro Mendes que já manifestou o interesse de compartilhar e ajudar na administração municipal de Várzea Grande que concentra a segunda maior população de Mato Grosso.

“O governador Mauro Mendes por reiteradas vezes manifestou o interesse em ajudar Várzea Grande a solucionar seus problemas”, assinalou o presidente do MDB de Mato Grosso.
Carlos Bezerra cobrou de Kalil Baracat projetos executivos de obras para serem defendidos junto aos diversos ministérios do Governo Federal em Brasília e sinalizou que ainda neste ano deve ser votado o orçamento para 2021, portanto, seria essencial que projetos estivessem prontos em busca de emendas que possam se transformar em realidade.

Foto: Assessoria

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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