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Cruzeiro vence na Vila e afunda o Santos no Z4 no Brasileirão

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O Cruzeiro surpreendeu ao derrotar o Santos por 3 a 0 em uma Vila Belmiro lotada. Além de afundar o adversário na tabela, o time quebrou uma sequência de oito jogos sem vitória no Campeonato Brasileiro. Matheus Jussa, Bruno Rodrigues e Nikão foram os responsáveis pelos gols do confronto.

Com esse resultado, a equipe do estreante Zé Ricardo alcançou 29 pontos e provisoriamente ocupa a 10ª posição na tabela. Já o Santos continua na zona de rebaixamento, estacionado com 21 pontos.

No primeiro tempo, houve sustos iniciais das duas equipes, mas a falta de qualidade técnica prevaleceu. A bola parada foi determinante para o Cruzeiro, que abriu o placar com Matheus Jussa, aproveitando um escanteio.

Na segunda metade do jogo, as substituições de Zé Ricardo deram certo, com destaque para Nikão, que deu assistência para Bruno Rodrigues marcar o segundo gol. Os donos da casa não conseguiram reagir e sofreram mais um gol antes do fim da partida.

Destaque para os lances de perigo no início do jogo, com bate-rebates na área, e para os erros de passes e reclamações de pênalti ao longo do primeiro tempo.

O gol do Cruzeiro veio através de investidas pelas pontas, com um escanteio bem cobrado por Lucas Silva, encontrando Matheus Jussa livre para marcar.

No segundo tempo, o Santos voltou mais agressivo, mas as substituições do Cruzeiro se mostraram efetivas, com Nikão dando assistência para Bruno Rodrigues ampliar o placar. Os mandantes não conseguiram reagir e Nikão marcou o terceiro gol para o Cruzeiro.

A equipe mineira soube se defender e apostar nos contra-ataques, enquanto o Santos não conseguiu furar a retranca adversária.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 0x3 CRUZEIRO

Data e horário: 14 de setembro de 2023, às 19h (de Brasília)
Motivo: 23ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Assistentes: Nailton Junior de Sousa Oliveira (CE) e Alex dos Santos (SC)
VAR: Daniel Nobre Bins (RS)
Cartões amarelos: Júnior Caiçara, João Basso, Rodrigo Fernández (SAN); Marlon, Luciano Castán (CRU)
Cartões vermelhos: não houve
Gols: Matheus Jussa (CRU), aos 40 min do 1° tempo; Bruno Rodrigues (CRU), aos 24 min do 2° tempo; Nikão (CRU), aos 43 min do 2° tempo

SANTOS: João Paulo; Júnior Caiçara (Gabriel Inocêncio), João Basso, Messias e Dodô; Rodrigo Fernández, Jean Lucas (Rincón) e Nonato (Furch); Lucas Braga, Mendoza (Lucas Lima) e Marcos Leonardo (Morelos). Técnico: Diego Aguirre

CRUZEIRO: Rafael Cabral; William, Neris, Luciano Castán e Marlon; Matheus Jussa, Lucas Silva e Mateus Vital (Nikão); Arthur Gomes (Machado), Wesley e Gilberto (Bruno Rodrigues). Técnico: Zé Ricardo

Fonte: Esportes

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O Brasil perde um gigante: morre Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa”

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Morreu, aos 68 anos, Oscar Schmidt, o maior nome da história do basquete nacional e um dos maiores pontuadores de todos os tempos no esporte mundial.

Ídolo de gerações, Oscar não foi apenas um jogador — foi símbolo de talento, dedicação e amor pelo Brasil. Dono de mais de 49 mil pontos na carreira, o “Mão Santa” construiu uma trajetória que ultrapassou estatísticas e se transformou em legado.

Foram cinco Olimpíadas disputadas, jogos históricos e atuações que desafiaram gigantes do basquete mundial. Um dos momentos mais marcantes foi no Pan-Americano de 1987, quando liderou a seleção brasileira em uma vitória histórica sobre os Estados Unidos, dentro da casa deles.

Oscar fez uma escolha rara: recusou a NBA para continuar defendendo a seleção brasileira. Não foi apenas uma decisão profissional — foi uma declaração de amor à camisa, ao país e ao esporte.

Nos últimos anos, também se tornou exemplo de força fora das quadras, enfrentando um tumor cerebral com coragem e dignidade, inspirando milhares de brasileiros com sua luta pela vida.

A morte de Oscar não representa o fim de uma história, mas a eternização de um nome. Um atleta que transformou o basquete no Brasil, que inspirou gerações e que colocou o país no mapa do esporte mundial.

Hoje, o Brasil não perde apenas um ídolo.
Perde um símbolo.

Eternamente, Mão Santa. 🏀



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