SETOR INDUSTRIAL

Sefaz visita empresa de bioenergia para discutir soluções na emissão de documentos fiscais

Com o apoio da Fiemt, a agenda teve como objetivo promover melhorias nos processos fiscais

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Economia

Foto: Assessoria

A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) participou, nesta terça-feira (01.10), de uma visita técnica à empresa FS Bioenergia, localizada no município de Primavera do Leste. A agenda, que contou com a intermediação da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), teve como objetivo conhecer o processo produtivo e logístico da empresa, com foco na resolução de problemas relacionados à emissão de documentos fiscais, como a nota fiscal eletrônica (NF-e).

O secretário adjunto de Projetos Estratégicos da Sefaz, Vinícius Simioni, destacou a importância dessa aproximação do fisco estadual e o setor produtivo de Mato Grosso, visando melhorar a eficiência dos serviços fazendários e promover o desenvolvimento econômico do estado.

“Essa é uma determinação do governador e do secretário de Fazenda: que a Sefaz esteja próxima dos contribuintes, assegurando que as nossas operações sejam realizadas com eficiência e que, da mesma forma, assegurem eficiência às operações dos nossos contribuintes. O objetivo é aumentar a produtividade, agregar máximo valor à produção do Estado e ampliar a geração de emprego e renda”, afirmou Simioni, destacando que a secretaria estará sempre à disposição para ajudar e orientar os contribuintes.

O gerente de Tecnologia da Informação da FS, Aldair Giovanni Zanatta, conduziu o grupo de representantes da Sefaz e da Fiemt na visita e disse que a empresa se disponibilizou a receber a equipe técnica para solucionar juntos alguns problemas no processo operacional da indústria.

“Um atraso na nota fiscal pode causar prejuízos financeiros para a empresa. A gente se disponibilizou para ser um case e tentar achar uma solução para os impactos que vêm ocorrendo na companhia”, destacou Zanatta.

Durante a visita, foi realizada uma reunião estratégica com operação em tempo real dos processos administrativos e operacionais da empresa. Alguns problemas foram identificados no ato e, com a orientação da Sefaz, soluções já começaram a ser implementadas.

O secretário adjunto de Transformação Digital e Inovação Fazendária, Kleber Geraldino dos Santos, que também acompanhou a agenda, explicou que um dos problemas solucionados foi a forma como a empresa enviava as notas fiscais para autorização da Sefaz. Anteriormente, a empresa utilizava o envio assíncrono, em lotes, no qual o envio do documento e a resposta da Sefaz não ocorriam de maneira simultânea.

“A empresa foi orientada a utilizar a modalidade de envio síncrono, na qual o processo envolve o envio da nota fiscal e o retorno imediato de aprovação ou rejeição por parte da Sefaz. Isso otimiza a comunicação entre o sistema emissor e o sistema fazendário, evitando atrasos no envio de mercadorias e prejuízos para a empresa. Também orientamos ajustar o prazo para busca de documentos recebidos, o que acelera o processo”, explicou o secretário adjunto.

Para o gerente de Relacionamento e Desenvolvimento Industrial da Fiemt, Lucas Barros, a agenda foi fundamental para alinhar e resolver os problemas enfrentados pelas empresas do setor industrial. Segundo ele, as soluções encontradas servirão de modelo para outros contribuintes.

“Ouvimos as demandas da indústria e trabalhamos para buscar soluções, resolvendo o impasse na geração de documentos, como as notas fiscais. A Federação das Indústrias teve um papel importante nesse processo, aproximando o Governo do Estado e a empresa. Essa articulação, que já dura meses, resultou em um grupo de trabalho dedicado a resolver o problema da indústria, além de servir de modelo para outras empresas do Estado que enfrentam desafios semelhantes”, afirmou o gerente da Fiemt.

Também participou da visita a gerente de Relacionamento Setorial do Sistema Fiemt, Ribenildes Souza. Representando a Sefaz, acompanharam a agenda o superintendente de Gestão de Projetos Estratégicos, Gilson Pregely; o superintendente de Tecnologia da Informação, Wagner Ferreira; e os fiscais de tributos Luiz Claudio Proença, Diogo Salles, Miguel Vicentini e Sidney de Almeida.

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IGP-M volta a subir em setembro e acumula alta de 3,34% em 12 meses

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou inflação de 1,57% em setembro deste ano. No mês anterior, o indicador havia tido deflação (queda de preços) de 0,22%.

Com os dados divulgados nesta terça-feira (29) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M acumula inflação de 3,45% neste ano e de 3,34% em 12 meses. Em setembro de 2025, o IGP-M havia registrado taxas de 0,42% no mês e de 2,82% em 12 meses.

A alta em setembro foi puxada pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação do atacado, e que passou de uma deflação de 0,34% em agosto para uma inflação de 2,08% em setembro.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, passou de uma deflação de 0,41% em agosto para uma alta de preços de 0,50% em setembro.

O terceiro subíndice que compõe o IGP-M, o Instituto Nacional de Custo da Construção (INCC), teve, em setembro, inflação mais moderada (0,25%) do que em agosto (0,41%).

 



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