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Projeto Passinho das Artes fortalece cultura e geração de renda durante a ExpoVG

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O projeto Passinho das Artes marcou presença nos quatro dias da ExpoVG 2026, levando ao público uma grande variedade de produtos artesanais produzidos por artistas de Várzea Grande. A iniciativa fortaleceu a economia criativa local, incentivando a comercialização direta entre artesãos e visitantes.

Durante o evento, foram expostos caminhos de mesa, xales, panos de prato, bordados para cozinha, peças em ponto cruz, bonecos artesanais, artigos infantis, obras de arte sacra, biojoias, além de chinelos e bolsas personalizados.

A ação é promovida pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, por meio da Superintendência de Cultura, que vem incentivando o fortalecimento do artesanato local e ampliando a participação do projeto em eventos promovidos pela Prefeitura de Várzea Grande e por outras instituições parceiras.

“A feira fomenta o desenvolvimento econômico, já que grande parte dos participantes tem nos eventos públicos e privados a principal oportunidade para divulgar e comercializar seus trabalhos. Nossa gestão tem apoiado todas as iniciativas culturais do município”, destacou a secretária Maria Fernanda Figueiredo.

A secretária ressaltou ainda que, seguindo as diretrizes da Prefeitura de Várzea Grande, a pasta também atua na realização de edições do Passinho das Artes em locais de grande circulação, como o Várzea Grande Shopping. A iniciativa garante estrutura gratuita para que os artesãos possam divulgar e vender suas produções sem intermediários.

“O apoio da secretaria contribui para fortalecer o cadastro e a profissionalização de dezenas de artesãos locais. Além disso, assegura a preservação dos saberes e das tradições culturais do município, transformando a produção artesanal em uma alternativa concreta de geração de renda e valorização cultural”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Bolsa inicia junho com queda de 0,91%, no menor nível desde janeiro

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O mercado financeiro brasileiro começou junho em direções opostas. A bolsa caiu quase 1% e encerrou o dia no menor nível desde janeiro. O dólar recuou, apesar da instabilidade no exterior. A escalada das tensões no Oriente Médio impulsionou o petróleo, que avançou mais de 4% após o Irã suspender negociações com os Estados Unidos.

O Ibovespa, principal índice da B3, fechou esta segunda-feira (1º) aos 172.197 pontos, com queda de 0,91%, no quinto pregão consecutivo de perdas. Durante o dia, o indicador chegou a recuar mais de 1%. A bolsa brasileira encerrou no menor nível desde 21 de janeiro.

O movimento refletiu principalmente a cautela dos investidores diante do agravamento da crise geopolítica envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos. O cenário aumentou a busca por ativos considerados mais seguros e reduziu o apetite por mercados emergentes.

Ações de mineradoras e de bancos puxaram a queda da bolsa. Na contramão, os papéis da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, avançaram, beneficiados pela forte valorização do petróleo.

Dólar recua

Apesar do aumento da aversão ao risco nos mercados globais, o dólar encerrou o dia em queda ante o real.

A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,023, recuo de 0,39%, após ter avançado 1,82% em maio. No acumulado de 2026, o dólar registra desvalorização de 8,5% perante a moeda brasileira.

O principal fator que favoreceu o real foi a disparada do petróleo. Como o Brasil é exportador da commodity (bem primário com cotação internacional), a valorização tende a aumentar a entrada de dólares no país e fortalecer a moeda brasileira.

O movimento ocorreu mesmo com a alta do índice DXY, que mede o desempenho do dólar em relação a uma cesta de moedas fortes.

Petróleo dispara

Os preços internacionais do petróleo tiveram forte alta após a agência iraniana Tasnim informar que Teerã interrompeu as negociações indiretas com os Estados Unidos e passou a discutir medidas para bloquear o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de transporte de petróleo.

O barril do petróleo Brent, referência internacional, fechou a US$ 94,98, alta de 4,2%. O petróleo WTI, negociado nos Estados Unidos, avançou 5,5%, encerrando a sessão a US$ 92,16 por barril.

Ao longo do dia, os contratos chegaram a subir mais de 6%, mas perderam parte dos ganhos após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando que havia mantido contatos para evitar uma escalada maior do conflito na região.

*Com informações da Reuters



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