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Mutirão de limpeza chega à Avenida da FEB e reforça ações em Várzea Grande

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O mutirão de limpeza nas principais avenidas de Várzea Grande continua avançando e, neste sábado (02), foi a vez da Avenida da FEB receber os serviços de manutenção urbana com reforço das equipes da Prefeitura. A ação, coordenada pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, integra um cronograma contínuo que vem percorrendo importantes corredores da cidade, garantindo mais organização, segurança e qualidade de vida para a população.

Ao longo da via, considerada uma das mais movimentadas do município, foram realizados serviços como varrição, capinação, roçagem, retirada de entulhos e resíduos, além da limpeza geral das calçadas e canteiros centrais. O trabalho também contribui para a melhoria da visibilidade, mobilidade e prevenção de problemas como o acúmulo de lixo e a obstrução de espaços públicos.

Durante a ação, o secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, destacou a importância da continuidade dos mutirões nas principais vias da cidade. “Estamos reforçando as equipes para manter a cidade limpa, organizada e garantir melhores condições para quem circula diariamente por essas avenidas”, afirmou.

A força-tarefa segue um planejamento estratégico da gestão municipal e deve continuar alcançando outras regiões de Várzea Grande nos próximos dias, consolidando o compromisso com a manutenção urbana e o bem-estar da população.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Brasil sentiu menos o aumento do petróleo que outros países, diz Ineep

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Os preços da gasolina e do diesel subiram menos no Brasil do que a média internacional, após o conflito contra o Irã provocado pelos Estados Unidos e por Israel. O levantamento comparativo foi elaborado pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep) – um centro de estudos vinculado à Federação Única dos Petroleiros (FUP), que é filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Entre 23 de fevereiro e 8 de junho, o percentual mundial médio de aumento foi de 17,5% para a gasolina e de 23,3% para o diesel, enquanto, no Brasil, as altas foram de 4,9% e 13,6%, respectivamente.

No período, a pressão por aumento de preços de combustíveis no Brasil foi significativamente inferior à constadada nos Estados Unidos e na Argentina, por exemplo.

Nos EUA, principal economia mundial e maior consumidora de derivados de petróleo, a gasolina subiu 36,1%, e o diesel, 36,8%. Na Argentina, maior parceiro econômico do Brasil na América do Sul, os aumentos foram, respectivamente, de 21,1% e 23,7%.

De acordo com o Ineep, a política de preços e subsídios do governo federal favoreceu a estabilização do preço dos combustíveis no Brasil.

“As medidas emergenciais adotadas para conter os efeitos do choque do petróleo sobre os preços dos combustíveis foram muito importantes”, avalia nota à imprensa divulgada nesta quinta (18) na nova edição do Boletim de Preços dos Combustíveis, publicado pelo instituto.

Vulnerabilidades do setor

O Ineep considera, no entanto, que as medidas são “insuficientes para enfrentar vulnerabilidades estruturais do setor.”

Para o centro de estudo, “a redução da exposição do mercado doméstico à volatilidade internacional depende de uma estratégia de longo prazo baseada no fortalecimento da Petrobras, na expansão da capacidade de refino e na recomposição de sua presença nos elos estratégicos da cadeia de abastecimento, especialmente na distribuição.”

O intervalo de tempo em que o Ineep observa a variação dos preços dos combustíveis inclui o início das operações aéreas contra o Irã e a morte de Ali Khamenei, líder religioso supremo do país. Cobre também os meses de paralisação da rota marítima no Estreito de Ormuz e o início das negociações diplomáticas entre o Irã e os Estados Unidos para término do conflito.

No período, o Ineep ainda verifica que o álcool (etanol hidratado) “apresentou queda expressiva, de 7,3%, refletindo o início da safra 2026/2027 e aumento da oferta, em intensidade ainda maior do que a observada em anos anteriores.”



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