Economia
Estrada Dalva avança para fase final da pavimentação e recebe imprimação antes da aplicação do asfalto
Economia
A Prefeitura de Sinop segue avançando com as obras de infraestrutura em diversos pontos do município. Na Estrada Dalva, uma das frentes de trabalho do pacote de investimentos de pavimentação asfáltica em execução, os serviços chegaram à etapa de imprimação, procedimento que representa o último passo antes da aplicação da camada asfáltica.
Nesta fase, é realizada a impermeabilização da base preparada da via, garantindo maior aderência entre as camadas do pavimento, além de contribuir para a durabilidade da estrutura. Com a conclusão desse serviço, a obra fica pronta para receber o revestimento asfáltico, aproximando ainda mais a entrega de uma antiga reivindicação dos moradores da região.
A Estrada Dalva é uma das 13 localidades contempladas pelo maior pacote de pavimentação em andamento no município. O trecho beneficiado atende moradores dos residenciais Pérola, Lisboa e da região do Grande São Cristóvão, levando mais mobilidade, segurança e qualidade de vida à população.
As obras fazem parte do investimento superior a R$ 38,2 milhões, destinado à pavimentação de mais de 120 mil metros quadrados de vias públicas, o equivalente a 15,2 quilômetros de extensão. Os serviços são fiscalizados pela Secretaria de Obras e Serviços Urbanos.
Desde a assinatura da ordem de serviço pelo prefeito Roberto Dorner, os trabalhos ocorrem simultaneamente em diferentes frentes, incluindo a Estrada Dalva, a Rua Alberto Baranjak (já com aplicação da camada asfáltica) e a Estrada Claudete, com a Avenida Joaquim Socreppa.
O pacote contempla obras de pavimentação em 13 localidades de Sinop, beneficiando os bairros Bom Jardim, Cidade Jardim III, Maria Carolina I e II, Chácaras Planalto, Comunidade Águas Claras, Comunidade Adalgisa, Estrada Áurea, Estrada Cláudia, Rua dos Caxins, Estrada Dalva, Avenida Joaquim Socreppa, Avenida Claudete e a duplicação da Rua Alberto Baranjak.
Atenção ao trânsito
A Prefeitura reforça que, durante a execução das obras, alguns trechos permanecem com interdições parciais ou alterações no fluxo de veículos. A orientação é que motoristas utilizem rotas alternativas sempre que possível e redobrem a atenção à sinalização implantada nos locais em obras, contribuindo para a segurança dos trabalhadores e da população.
Economia
Bolsa cai 1,2%, e dólar sobe para R$ 5,13 com tensão global
A escalada das tensões no Oriente Médio pressionou os mercados financeiros nesta segunda-feira (13). A bolsa caiu mais de 1%, o dólar voltou a subir frente ao real e o petróleo subiu quase 10% diante do temor de interrupções no abastecimento global após novos desdobramentos do conflito envolvendo Estados Unidos e Irã.

Principais números:
- Ibovespa: 175.739 pontos (-1,2%);
- Dólar comercial: R$ 5,131 (+0,46%);
- Petróleo tipo Brent: US$ 83,30 (+9,59%).
Principal índice da B3, o Ibovespa operava perto da estabilidade no início do pregão, mas passou a registrar perdas ao longo do dia, acompanhando o aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais.
O avanço do petróleo favoreceu as ações da Petrobras, as mais negociadas, que ajudaram a reduzir as perdas do índice. Os papéis ordinários (com voto em assembleia de acionistas) da estatal subiram 3,44%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) avançaram 2,55%.
As ações de outras empresas petrolíferas também subiram. A alta, porém, foi insuficiente para compensar as quedas das ações de outros setores, como bancos, empresas ligadas ao consumo e mineradoras, que puxaram o Ibovespa para baixo e fizeram o índice cair 1,2%, para os 175.739 pontos.
O mercado reagiu ao aumento das preocupações com um possível impacto da alta do petróleo sobre a inflação global e, consequentemente, sobre a trajetória dos juros nas principais economias.
Dólar
O dólar acompanhou o movimento de fortalecimento em relação a divisas de países emergentes e encerrou o dia cotado a R$ 5,131, alta de R$ 0,023 (0,46%).
Ao longo da sessão, a moeda chegou à máxima de R$ 5,142 após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o endurecimento das medidas contra o Irã e a intenção de ampliar o controle sobre o Estreito de Ormuz, com a taxação em 20% da carga que passar pelo local.
No mercado doméstico, os investidores também acompanharam a divulgação do Boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com investidores, que manteve em R$ 5,20 a projeção para o dólar no fim deste ano e preservou a expectativa de que a taxa Selic encerre 2026 em 14% ao ano.
Petróleo
O petróleo liderou os movimentos do mercado internacional em meio ao agravamento da crise geopolítica.
O barril do tipo Brent, referência global, fechou em alta de 9,59%, a US$ 83,30 por barril. O barril WTI, do Texas, avançou 9,42%, encerrando o dia a US$ 78,14.
A valorização foi impulsionada pelas ameaças envolvendo o Estreito de Ormuz, corredor estratégico por onde passam cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo.
Em resposta às medidas anunciadas por Trump, o governo do Irã prometeu reagir. Também foram registrados novos ataques entre forças do Iêmen, da Arábia Saudita e explosões na cidade iraniana de Bandar Abbas.
O cenário reforçou os temores de restrições na oferta global de petróleo e aumentou a expectativa de maior volatilidade nos mercados internacionais nas próximas semanas.
* Com informações da Reuters
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