Curtinhas
Intriga e oposição ainda não, mas em 2022 “Aracuã vira Tuiuiú”
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Um suposto ambiente de paz ainda paira entre os poderes legislativos e executivos em boa parte dos municípios de Mato Grosso, mas no próximo ano é eleição, para escolher desde presidente da república, governador, senador, deputados federal e estadual, e as bases dos votos saem praticamente dos prefeitos e vereadores, como ficam a diretrizes, democracia ou autoritarismo, o “manda quem pode e obedece quem tem juízo” ainda é determinante? Relatos históricos apontam que praticamente toda sociedade só conseguiu evoluir, após um grito de independência, liberdade, fazendo valer dos direitos democráticos, rompendo os limites do “brete” imposto pelos denominados de líderes, travestidos de ditadores. Janeiro já começa, omissão, conivência podem marcar a passividade de uns, porém, outros seguem o lema de que uma sociedade ativa não é submissa, vão ser vistos como revoltosos, até traidores, criticados por aqueles que usam da democracia, sem praticar da sua essência, que venham as eleições de 2022.
Foto: Ilustrativa
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Entre coincidências e ironias: quando adversários dividem mais do que divergências
A política é, por natureza, o campo das diferenças. Ideias opostas, projetos distintos e, muitas vezes, rivalidades que marcam trajetórias inteiras. Mas, vez ou outra, a própria vida trata de embaralhar essas linhas e apresentar coincidências que desafiam a lógica dos embates públicos.
É o caso de dois conhecidos personagens da política de Cuiabá e de Mato Grosso: um agora ex-governador e o outro ex-prefeito da capital. Rivais em momentos distintos, ambos passam a compartilhar uma curiosidade que chama atenção — nasceram no mesmo dia, 12 de abril.
A data, que deveria ser apenas um marco pessoal, ganha contornos simbólicos quando une, ainda que involuntariamente, figuras que já estiveram em lados opostos. É o tipo de coincidência que a política não explica, mas que o cotidiano insiste em revelar.
E há mais. Para além da coincidência no calendário, existe também uma afinidade curiosa nos momentos de descontração. Ambos apreciam a mesma “gelada”, a popular “Kriptonita”, apelido atribuído à Heineken entre amigos e bastidores.
Pode parecer detalhe irrelevante diante da magnitude das decisões públicas que ambos já tomaram. Mas são justamente esses pequenos pontos em comum que humanizam figuras públicas frequentemente vistas apenas sob o prisma da disputa.
No fim, a coincidência serve como lembrete de que, por trás dos cargos, discursos e embates, existem pessoas com histórias que, em alguns aspectos, se cruzam. E, se a política separa, a vida, vez ou outra, se encarrega de aproximar — nem que seja por uma simples data no calendário ou por um brinde em comum.
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