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Carnaval, vai “bombar” ou nem por isso?

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A festa tradicional do Brasil, conhecida no mundo todo, ofuscada no ano passado pela pandemia do Coronavírus, é considerado por muitos, como uma das maiores maravilhas do planeta, mas como vai ser em 2022? Tem muitos foliões que estão contando o dia para começar a folia, mas também, tem muita gente que teve sua família mutilada, com vítima pela Covid-19, assim, o medo, os cuidados, o receio, está maior do que a vontade de cair na folia. O carnaval de 2022 promete muito, muita folia, mas o bloco dos mais cuidadosos, está ganhando cada vez mais adeptos, vamos ver como vai ser o primeiro grito de carnaval na sua região.

Foto: Gustavo Duarte

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Entre coincidências e ironias: quando adversários dividem mais do que divergências

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A política é, por natureza, o campo das diferenças. Ideias opostas, projetos distintos e, muitas vezes, rivalidades que marcam trajetórias inteiras. Mas, vez ou outra, a própria vida trata de embaralhar essas linhas e apresentar coincidências que desafiam a lógica dos embates públicos.

É o caso de dois conhecidos personagens da política de Cuiabá e de Mato Grosso: um agora ex-governador e o outro ex-prefeito da capital. Rivais em momentos distintos, ambos passam a compartilhar uma curiosidade que chama atenção — nasceram no mesmo dia, 12 de abril.

A data, que deveria ser apenas um marco pessoal, ganha contornos simbólicos quando une, ainda que involuntariamente, figuras que já estiveram em lados opostos. É o tipo de coincidência que a política não explica, mas que o cotidiano insiste em revelar.

E há mais. Para além da coincidência no calendário, existe também uma afinidade curiosa nos momentos de descontração. Ambos apreciam a mesma “gelada”, a popular “Kriptonita”, apelido atribuído à Heineken entre amigos e bastidores.

Pode parecer detalhe irrelevante diante da magnitude das decisões públicas que ambos já tomaram. Mas são justamente esses pequenos pontos em comum que humanizam figuras públicas frequentemente vistas apenas sob o prisma da disputa.

No fim, a coincidência serve como lembrete de que, por trás dos cargos, discursos e embates, existem pessoas com histórias que, em alguns aspectos, se cruzam. E, se a política separa, a vida, vez ou outra, se encarrega de aproximar — nem que seja por uma simples data no calendário ou por um brinde em comum.

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