Cidades
Incidente técnico no Pronto-Socorro é controlado sem feridos ou riscos de contaminação
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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que, na tarde desta terça-feira (5), foi registrado um incidente técnico na Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF), localizada no Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá. Os profissionais que estavam no local foram prontamente atendidos.
Não há registro de queimaduras, contaminação ou casos graves de intoxicação. Todos permanecem bem e seguem sob monitoramento. Também não há pacientes contaminados, nem qualquer tipo de comprometimento da estrutura hospitalar.
O incidente foi provocado pela queda de um frasco contendo ácido peracético, substância utilizada como desinfetante de alto nível em ambientes hospitalares. Imediatamente, a área foi isolada e o Corpo de Bombeiros acionado para a adoção das medidas de segurança necessárias.
Como medida preventiva, foi realizada a contenção do odor com aplicação de cal, mantendo o ambiente controlado e seguro. A área permanece isolada para avaliação técnica. A ocorrência foi devidamente registrada, com a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT).
Não houve necessidade de evacuação do prédio, nem de realocação de leitos ou pacientes, e nenhum atendimento foi prejudicado.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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Cobertura vacinal contra gripe atinge apenas 20% e acende alerta em Várzea Grande
Mesmo com o início antecipado da campanha de vacinação contra a influenza, no final de março, Várzea Grande registra índices de cobertura vacinal abaixo do ideal. Até a manhã desta sexta-feira (8), apenas 20% do público prioritário havia sido imunizado, conforme dados do painel do Ministério da Saúde.
De acordo com o levantamento, o grupo prioritário no município é composto por 68.181 pessoas. No entanto, somente 13.639 doses foram aplicadas até o momento. A meta preconizada pelo Ministério da Saúde é de 100% de cobertura para garantir a chamada imunidade coletiva.
Fazem parte do público-alvo crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos com 60 anos ou mais, gestantes e puérperas, trabalhadores da saúde, professores, povos indígenas, quilombolas, pessoas com comorbidades ou deficiência permanente, além de profissionais das forças de segurança, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, portuários e pessoas em situação de rua.
Entre os subgrupos, os dados apontam que há 25.834 crianças de 6 meses a menores de 6 anos aptas à vacinação. Já o público com mais de 60 anos ultrapassa 39 mil pessoas, sendo um dos mais vulneráveis às complicações da doença.
Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), as vacinas contra a influenza têm papel fundamental na redução de hospitalizações, com eficácia entre 30% e 40% em adultos e podendo chegar a até 75% em crianças.
A secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira, destaca que a antecipação da campanha teve como objetivo responder à circulação mais precoce do vírus no país, que já apresenta aumento de casos graves e pressiona a rede pública de saúde.
“Mesmo com estratégias de conscientização, busca ativa e vacinação volante, ainda enfrentamos resistência por parte do público-alvo”, afirmou.
Para ampliar a cobertura, equipes da Atenção Primária têm intensificado ações voltadas principalmente a idosos e crianças. O Projeto Saúde na Escola também atua na verificação das carteiras de vacinação, especialmente em creches. Crianças com vacinas em atraso recebem comunicados enviados aos responsáveis, orientando a atualização nas unidades de saúde.
A mobilização conta ainda com o trabalho contínuo dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE), que realizam visitas domiciliares e orientam a população sobre a importância da imunização.
A Secretaria Municipal de Saúde alerta para o risco de agravamento das síndromes respiratórias, especialmente a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), principalmente entre crianças pequenas e idosos. A combinação de alta circulação viral e queda de temperatura aumenta o risco de contágio e de internações.
“As vacinas continuam sendo a forma mais segura e eficaz de evitar surtos e casos graves. As doses estão disponíveis em todas as unidades básicas de saúde, e manter o cartão de vacinação em dia é uma responsabilidade coletiva”, reforçou a secretária.
A liberação da vacina contra a influenza para o público em geral ainda depende de autorização do Ministério da Saúde, sem data definida até o momento.
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