Cidades

Farina entra no lugar de Maluf e será vice de Wellington na disputa pelo Governo de MT

Publicado em

Cidades


O médico Alencar Farina (PL) será o candidato a vice-governador na chapa do senador Wellington Fagundes (PL) para o Governo de Mato Grosso. A escolha foi definida na noite desta quinta-feira (6) e altera uma composição que, até então, tinha o empresário Marcelo Maluf (Novo) como indicado para a vaga.

A mudança ocorre no último momento das articulações partidárias e surpreende porque Maluf havia participado da construção da chapa e, apenas um dia antes, afirmado publicamente que sua candidatura estava confirmada.

Durante a convenção do Novo, na quarta-feira (5), o empresário foi questionado sobre a possibilidade de novas alterações e respondeu de forma categórica:

“Martelo batido, prego batido e ponta virada”, afirmou.

Na mesma ocasião, Maluf declarou que a aliança entre Novo, PL e MDB estava consolidada e que os partidos haviam chegado a um acordo para caminhar juntos na eleição.

“A nossa coligação com o PL e o MDB é uma realidade. Foi bem discutida hoje pela manhã. Discutimos bastante e chegamos ao consenso de que faremos uma chapa vitoriosa”, disse.

A definição de Farina ocorre depois de semanas de negociações em torno da vaga de vice. Um dos fatores que mantiveram a composição em aberto foi a possibilidade de o Podemos se juntar ao grupo de Wellington.

O partido, comandado em Mato Grosso pelo presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, acabou fechando apoio à candidatura de Otaviano Pivetta (Republicanos) e aderindo à aliança formada pela Federação União Progressista.

Com a saída do Podemos das tratativas, a indicação de Maluf ganhou espaço e passou a ser tratada como praticamente certa. O entendimento, porém, não avançou até a confirmação final e o PL decidiu substituir o empresário pelo médico.

 



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cidades

“Eles me obrigaram a adiar esse sonho”, diz Rosana Martinelli após MDB desistir de chapa para federal

Publicados

em


A ex-prefeita de Sinop Rosana Martinelli (MDB) afirmou estar “magoada” com a decisão do partido de não lançar candidatos à Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Em vídeo publicado nas redes sociais, a emedebista disse que a mudança de estratégia da legenda adiou seu projeto de disputar uma vaga de deputada federal.

Rosana havia deixado o PL para ingressar no MDB justamente com a expectativa de concorrer à Câmara. Segundo ela, ao aceitar o convite para integrar a legenda, recebeu a garantia de que o partido teria uma chapa competitiva para a disputa proporcional.

“Estou triste, sim, estou magoada, mas a minha fé em Deus continua inabalável. Eles me obrigaram a adiar esse sonho, mas não destruíram o nosso projeto”, declarou.

A ex-prefeita afirmou que entrou no MDB acreditando na construção de uma candidatura competitiva e que participou do projeto com a expectativa de disputar as eleições para deputada federal.

“Eu vim para o MDB acreditando em um projeto forte. A garantia que tínhamos era de uma chapa completa de deputados federais. Entrei de cabeça, com verdade, com vontade de trabalhar e com o coração cheio de expectativa”, afirmou.

Mudança de estratégia

De acordo com Rosana, parte dos pré-candidatos que inicialmente integrariam a chapa para deputado federal desistiu da disputa. O MDB, segundo ela, não conseguiu substituir os nomes dentro do prazo previsto pela legislação eleitoral e decidiu concentrar esforços nas candidaturas ao Senado e à Assembleia Legislativa.

“O MDB não conseguiu substituir em tempo hábil esses nomes e acabou priorizando o Senado e a chapa de deputados estaduais. Com o coração muito apertado, preciso dizer que o MDB não terá chapa de federal”, lamentou.

A decisão foi formalizada na ata retificadora da convenção estadual do MDB, divulgada na noite de quarta-feira (5), encerrando a possibilidade de a legenda disputar vagas na Câmara dos Deputados.

Rosana participou da convenção estadual realizada na terça-feira (4), em Cuiabá, e chegou a constar na lista de presença do evento. No entanto, seu nome não foi homologado entre os candidatos do partido.

Apesar da frustração, a ex-prefeita afirmou que pretende continuar atuando na política e garantiu que a mudança não representa o fim de seu projeto eleitoral.

“Quero dizer algo bem claro para vocês: eu não desisti. Quem não fez a chapa, quem não a sustentou, foi o partido. Seguimos firmes, de cabeça erguida, com fé e confiança”, concluiu.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA