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Após exames policia confirma estupro de menina aliciada por jovem pelo Facebook

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Vítima, que tem 12 anos, já teria sido levada para um motel pelo suspeito, segundo a Polícia Civil. Homem foi preso em flagrante e levado para presídio em Rondonópolis.

Da Redação

Exames preliminares confirmaram o estupro de uma menina de 12 anos, que foi aliciada por um rapaz de 23 anos pelo Facebook, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, segundo a Polícia Civil. O suspeito, identificado como Paulo César da Silva Boeni, foi preso em flagrante na quinta-feira (21) e encontra-se na Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, a Mata Grande.

O caso é investigado pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso, após a mãe descobrir que o suspeito havia marcado um encontro no motel com a filha e registrar um boletim de ocorrência. Segundo a Polícia Civil, o suspeito ainda não foi ouvido na delegacia especializada, o que deve ocorrer nos próximos dias. O G1 não conseguiu localizar a defesa do suspeito.

De acordo com a polícia, o suspeito foi preso quando iria buscar a vítima, mais uma vez, para levá-la ao motel. No dia anterior, o homem já teria levado a menina para o motel, onde o estupro teria sido consumado. A polícia deve apurar, ainda, se a menina já havia sido abusada por ele em outras ocasiões.

Segundo a mãe da vítima relatou à polícia, a menina completou 12 anos de idade recentemente. O suspeito, por sua vez, é casado e tem um filho.

Prisão

Paulo Boeni foi preso na preso em flagrante pela polícia após marcar de se encontrar com a vítima nas proximidades da escola onde ela estuda. A menina foi avistada pelos policiais esperando pelo suspeito em uma esquina. Quando Paulo se aproximou da vítima dirigindo um carro, foi abordado e detido.

Ele foi levado para 1ª delegacia da Polícia Civil, onde foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável. A polícia, agora, tem 10 dias para concluir o flagrante.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: G1

Foto: Polícia Civil de MT/Assessoria

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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